quinta-feira, 15 de setembro de 2016

DOM JOÃO CELEBRA A MEMÓRIA DE NOSSA SENHORA DAS DORES




O Arcebispo Coadjutor Dom João José Costa visitou o Seminário Maior hoje, dia 15 de setembro. Na oportunidade presidiu a Santa Eucaristia da Memória de Nossa Senhora das Dores. 
Na homilia, Dom João recordou que este título de N.Sra. das Dores é um dos títulos marianos mais venerados no Nordeste, uma vez que o nosso povo sofrido identifica sua vida com as dores de Maria e, assim como ela, renovam sua fé na certeza de que na cruz encontramos a esperança da salvação. Pois, como bem enfatizou Dom João, não há salvação sem que se passe pela Cruz. 

Confira abaixo algumas fotos desta celebração: 






quarta-feira, 14 de setembro de 2016

FESTA DA EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ


O PARADOXO DA CRUZ: UM SINAL DECISIVO DE ESPERANÇA

Caríssimos irmãos, celebrando hoje a festa da Exaltação da Santa Cruz, queremos recordar este sinal sagrado que em si mesma não tem nenhum valor, mas por causa de Cristo o fato da Cruz foi assumido pelo cristianismo como uma dimensão da espiritualidade. É assim que compreendemos o chamado de Jesus a “tomar a Cruz de cada dia”, “perder a vida” ou “morrer como um grão de trigo” (cf. Mt 11,12;16,21-24; 17,15; Jo 12,24-26; etc).
Somente no seguimento de Cristo é que a Cruz nos faz crescer na vida segundo o Espírito. A Cruz de Jesus é o sinal do seu amor fiel á causa do Reino de Deus. Não devemos separar a morte de Jesus do resto de sua vida. Seu martírio revela sentido pleno como consequência dramática de sua mensagem e de sua obra: a Cruz é símbolo de sua absoluta fidelidade ao Pai. Ela é inseparável das perseguições e conflitos que a precederam, dos critérios, opções e atitudes de Jesus, bem como do conteúdo de sua pregação. O sofrimento é a sequela coerente do seguimento de Jesus Cristo. Sua paixão expressa fidelidade ao Reino em todas as perseguições que precederam e prepararam o desenlace da Cruz.
Na espiritualidade cristã, as formas de cruz e perseguição que aparecem no caminho da fidelidade à justiça do Reino, fazem parte do todo da missão do cristão, constituem a prova de que seu compromisso é verdadeiramente cristão. As perseguições que Jesus sofreu até a morte revelam a força do mal, do pecado, do egoísmo e todas as suas sequelas, bem como sua oposição ao Reino de Deus.
Durante toda a sua missão, desde o início, Jesus experimentou a reação e a oposição dos pecados e egoísmos concretos de sua época. Jesus experimentou o mal como uma realidade que ele chamou de “hora das trevas” e como uma realidade poderosa. Não se pode subestimar a força do mal na vida de Jesus, realidade que se experimentou em pecados e injustiças próprios dos homens se concretizando em nossa época. O mal levou Jesus não só a morte, más também frustrou seus objetivos imediatos em relação à propagação do Reino, à conversão de Israel e à aceitação de sua obra. Jesus crucificado é a prova da força e da persistência do mal no mundo e em cada um de nós.
Na Cruz de Cristo o Pai assume e reconcilia os que sofrem o abandono e o desespero, concede-lhe o dom de sofrer, não como vencidos, mas como protagonistas comprometidos com uma causa que é a mesma causa de Cristo. A identificação dos oprimidos com a cruz, não é sua identificação com o abatimento de Cristo, mas com sua energia ressuscitante, que os chama a uma tarefa.
Em Jesus, a Cruz é a sua própria missão de libertação dos homens, feita tragédia por causa dos pecados desses mesmos homens, mas dotada da energia capaz de recriar mais uma vez essa missão de um modo transfigurado. A cruz dos oprimidos, sofredores e abandonados se dá no interior de sua própria situação injusta.

A Cruz constitui um paradoxo, porque também é sinal decisivo de esperança, apesar do mal sobrepondo-se a ela. O paradoxo da cruz consiste no fato de que aquilo que à primeira vista parece um fracasso, constitui o começo irreversível da destruição do mal pela raiz, por causa do próprio Cristo, que passou da morte à vida, transformando-a em fonte de vida nova e de libertação total. Por isso ela é símbolo da esperança cristã, porque nos ensina que na história o mal não tem a última palavra. Que este sinal da presença de Cristo nos ajude a transformar as cruzes dos nossos irmãos em sinal de esperança e vida.
Seminarista  Diogenes Rodrigo estudante do 3º ano de Teologia
 Arquidiocese de Aracaju- SE

REFLEXÃO SOBRE A SAGRADA ESCRITURA


“A Palavra do Senhor permanece para sempre” (Is 40,8)

Estamos no mês de setembro, mês temático dedicado à Sagrada Escritura. A Igreja, como Mãe e Mestra, propõe este tema tão especial a fim de que cada fiel possa redescobrir a importância fundamental da Palavra de Deus no centro da fé cristã.
Nesse tempo favorável no qual somos chamados a intensificar nossa experiência com Deus por meio de sua Palavra, torna-se imprescindível refletirmos sobre o que é a Palavra de Deus. Ou seria melhor perguntarmos: Quem é a Palavra de Deus?
As palavras, no cotidiano de nossas vidas, servem para comunicar algo; são instrumentos de comunicação da nossa língua e linguagem humana. As palavras são expressões externas de nossos pensamentos que comportam significado, ação, estado etc. As palavras são meios ou recursos de nossa fala ou escrita que permitem que o processo de comunicação aconteça. Assim também acontece com a Palavra de Deus.
A Palavra de Deus é também expressão de comunicação, porém, há significativas diferenças entre as palavras da linguagem humana e a Palavra de Deus. Antes e acima de tudo, esta Palavra, não se trata de uma coisa ou um instrumento, ela é uma Pessoa; uma Pessoa Divina que veio ao mundo para comunicar, ou melhor, autocomunicar a mensagem salvífica. Portanto, a Palavra de Deus é o Verbo de Deus, é o Filho eterno do Pai eterno, Deus de Deus e Luz da Luz que veio para iluminar a todos os homens plenamente. A Palavra de Deus, na Revelação divina, é a Pessoa do Filho que autocomunica Deus e seu mistério de salvação. De maneira bem clara, o Evangelho segundo são João nos introduz neste mistério: “No princípio era o Verbo e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus. No princípio, ele estava com Deus. Tudo foi feito por meio d’Ele e sem Ele nada foi feito... E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós” (Jo 1,1-2.14).
Na sua sabedoria infinita, essa Palavra de Deus, que com o Pai sempre esteve e por quem tudo foi criado, sendo o Esplendor da Verdade, conduziu o homem à Revelação divina desde os tempos mais remotos, desde as origens. Pois, Deus, em seu desígnio inefável de bondade, livremente, por amor nos criou, e nos fez capazes de reconhecê-Lo como o único Deus, autor de tudo e infinito em benevolência, revelando-se para nós através da sua Criação. Como um verdadeiro Pedagogo, através de sua Palavra e na potência do Espírito Santo, conduziu-nos passo a passo para a sua Revelação definitiva, que por nossas próprias forças jamais poderíamos alcançar. Por meio da Aliança do Antigo Testamento, utilizou-se das humildes palavras humanas, por meio das tradições orais e depois, escritas, para se manifestar e preparar o homem para Nova e Eterna Aliança em seu Filho.
 Assim, Deus Se comunicou a Si mesmo por meio do dom da sua Palavra a nós. Esta Palavra, que permanece eternamente, entrou no tempo e fez-Se carne (Jo 1, 14). Em outras palavras, Deus se revelou a si mesmo plenamente na pessoa de Jesus Cristo, o Verbo Encarnado, pela ação do Espírito Santo.
Esta Boa Nova é o anúncio que atravessa os séculos, tendo chegado até aos nossos dias. Este Verbo de Deus, Palavra eterna do Pai, que sempre guiou o ser humano é a plenitude da Revelação, Autor e Consumador da verdade de nossa fé. Por isso, devemos entender que a verdade de salvação chegou para nós através da transmissão ininterrupta da fé que a Igreja realiza através dos séculos. Neste sentido, a Bíblia é um testemunho legítimo de uma Tradição que transmitiu a verdade da Palavra de Deus encarnada que nos trouxe a salvação pelo mistério de sua Paixão, Morte e Ressurreição.
Por conseguinte, nas palavras da Sagrada Escritura há uma presença da Palavra Eterna de Deus. Para nós cristãos, a Palavra de Deus está contida nas Sagradas Escrituras, entretanto, a Palavra de Deus vai além dos escritos hagiográficos, supera e não se prende à letra em si. A Bíblia, conjunto de escritos divinamente inspirados, é um testemunho autêntico, privilegiado e normativo de fé que realmente contém a Palavra de Deus nas palavras de nossa linguagem humana, mas Ela não está somente contida na Bíblia, pois “creio que o mundo não poderia conter os livros que se escreveriam se fossem escritas uma por uma as muitas coisas que Jesus fez.” (Jo 21,25).
Não devemos ignorar, dessa maneira, que a Escritura Santa é fruto da Sagrada Tradição da Igreja que transmite a Palavra de Deus. Pois antes de possuirmos a tradição escrita, tivemos a Tradição oral que foi transmitida de geração em geração até à consolidação do registro escrito. A Tradição viva da Igreja permanece como lugar da Palavra de Deus. Conforme a Dei Verbo (n.9), “a Sagrada Tradição, portanto, e a Sagrada Escritura estão intimamente unidas e compenetradas entre si. Com efeito, derivando ambas da mesma fonte divina, fazem como que uma coisa só e tendem ao mesmo fim. A Sagrada Escritura é a palavra de Deus enquanto foi escrita por inspiração do Espírito Santo; a Sagrada Tradição, por sua vez, transmite integralmente aos sucessores dos Apóstolos a palavra de Deus confiada por Cristo Senhor e pelo Espírito Santo aos Apóstolos, para que eles, com a luz do Espírito de verdade, a conservem, a exponham e a difundam fielmente na sua pregação; donde resulta assim que a Igreja não tira só da Sagrada Escritura a sua certeza a respeito de todas as coisas reveladas. Por isso, ambas devem ser recebidas e veneradas com igual espírito de piedade e reverência”.
Saber que a Palavra de Deus é o próprio Jesus Cristo livra-nos de pensar que a Escritura é absoluta em si mesma. Por isso, afirmamos que o Cristianismo não é uma religião do Livro, mas sim da Palavra que permanece para sempre. Ser Cristão é reconhecer o Cristo que se dá nas Escrituras, mas também está presente nos irmãos, nos Sacramentos e, sobretudo, na Eucaristia.

Que nesse mês dedicado à Sagrada Escritura, todos os cristãos possam se encontrar com a Palavra eterna do Pai e guiar os seus passos no caminho de santidade novo e profundo aberto pelo Verbo encarnado que se deu a conhecer a nós por meio da Igreja na força do Espírito Santo!

Seminarista Ronny  estudante do 4º ano de Teologia
 Diocese de Palmeira dos Índios-AL

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Papa Francisco: O diabo tem 2 armas para destruir a Igreja a partir de dentro

Papa Francisco: O diabo tem 2 armas para destruir a Igreja a partir de dentro: Em seu discurso na manhã de hoje, diante de mais de 100 bispos de territórios de missão que participam de um seminário de estudo organizado pelo Vaticano, o Papa Francisco alertou sobre as armadilhas do diabo que tem duas armas “para destruir a Igreja a partir de dentro”: a divisão e o dinheiro.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Natividade de Nossa Senhora

Natividade de Nossa Senhora

O nascimento de Maria Santíssima traz ao mundo o anuncio jubiloso de uma boa nova: a  Mãe do Salvador já está entre nós. Ele é o alvorecer prenunciativo de nossa salvação, o início  histórico da obra da Redenção.

São Pedro Damião afirma em sua homilia para essa festa:
"Deus onipotente, antes que o homem caísse, previu a sua queda e decidiu, antes dos séculos, a redenção humana. Decidiu Ele encarnar-se em Maria." "Hoje é o dia em que Deus começa a pôr em prática o seu plano eterno, pois era necessário que se construísse a casa, antes que o Rei descesse para habitá-la. Casa linda, porque, se a Sabedoria constrói uma casa com sete colunas trabalhadas, este palácio de Maria está alicerçado nos sete dons do Espírito Santo. Salomão celebrou de modo soleníssimo a inauguração de um templo de pedra. Como celebraremos o nascimento de Maria, templo do Verbo encarnado? Naquele dia a glória de Deus desceu sobre o templo de Jerusalém sob forma de nuvem, que o obscureceu."
Santa Ana e Nossa Senhora Menina.jpg"Santo Afonso de Ligório, por sua vez, comenta: "A nossa celeste menina, tanto por causa de seu ofício de medianeira do mundo, como em vista de sua vocação para Mãe do Redentor, recebeu, desde o primeiro instante de sua vida, graça mais abundante que a de todos os Santos reunidos. E que admirável espetáculo para o Céu e para a Terra, não seria a alma dessa bem-aventurada menina, encerrada ainda no seio de sua mãe! Era a criatura mais amável aos olhos de Deus, pois que, já cumulada de graças e méritos, podia dizer: 'Quando era pequenina agradei ao Altíssimo'. E ao mesmo tempo era a criatura mais amante de Deus, de quantas até então haviam existido.
"Houvera, pois, nascido imediatamente após a sua Imaculada Conceição, e já teria vindo ao mundo mais rica em méritos e mais santa do que toda a corte dos Santos. Imaginemos, agora, quanto mais santa nasceu a Virgem, vendo a luz do mundo só depois de nove meses, os quais passou adquirindo novos merecimentos no seio materno!"
Com o coração cheio de júbilo por acolhermos aquela que é mãe de Deus e nossa, os seminaristas do Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição celebraram a festa da Natividade de Nossa Senhora. A missa foi presidida pelo Frei Davi, OFM* e concelebrada pelo Pe. Jânison (Reitor) e pe. Arnaldo (Ecônomo).
Na homilia o Frei exortava aos seminaristas a dar o Sim como Maria, livre e por inteiro. Assim como a aurora traz o brilho do sol, Maria, a aurora da Salvação, nos apresenta Jesus Cristo.
*Ordem dos Franciscanos Menores
Confira algumas imagens da celebração.
























quarta-feira, 7 de setembro de 2016

SEMINARISTAS PARTICIPAM DO GRITO DOS EXCLUÍDOS


Os seminaristas do Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição e do Seminário Menor Sagrado Coração de Jesus, marcaram presença no Grito dos Excluídos nesse 07 de setembro de 2016. Estiveram também presentes os nossos Bispos Dom José Palmeira Lessa e Dom João José Costa, sacerdotes da Arquidiocese de Aracaju e da Diocese de Propriá.
            O lema desse ano foi: “Este sistema é insuportável: exclui, degrada, mata!” e o tema: “Vida em primeiro lugar”.  Estas temáticas foram inspiradas em uma das falas do Papa Francisco no encontro dos Movimentos Populares, na Bolívia.

            O evento é realizado pelas Pastorais Sociais da Arquidiocese de Aracaju, sindicatos, entidades e movimentos sociais e têm por objetivo questionar e denunciar as realidades que geram desigualdades do país, rompendo o silêncio e denunciando as injustiças e males que são causadas por esse sistema.

Confira abaixo algumas fotos do evento:

domingo, 4 de setembro de 2016

CANONIZAÇÃO DE SANTA TERESA DE CALCUTÁ

VATICANO, 04 Set. 16 / 12:00 pm (ACI).- Na homilia da Missa de canonização de Santa Teresa de Calcutá celebrada neste domingo, 4 de setembro, o Papa Francisco afirmou que a querida religiosa sempre defendeu e acolheu toda avida humana.
Diante de uma multidão de cerca de 120 mil pessoas na Praça de São Pedro e na Via della Conciliazione, o Santo Padre ressaltou que “Madre Teresa, ao longo de toda a sua existência, foi uma dispensadora generosa da misericórdia divina, fazendo-se disponível a todos, através do acolhimento e da defesa da vida humana, dos nascituros e daqueles abandonados e descartados”.
“Comprometeu-se na defesa da vida, proclamando incessantemente que ‘quem ainda não nasceu é o mais fraco, o menor, o mais miserável’”, sublinhou.
Francisco recordou que a nova Santa “inclinou-se sobre as pessoas indefesas, deixadas moribundas à beira da estrada, reconhecendo a dignidade que Deus lhes dera”.
Além disso, afirmou, “fez ouvir a sua voz aos poderosos da terra, para que reconhecessem a sua culpa diante dos crimes – diante dos crimes! – da pobreza criada por eles mesmos. A misericórdia foi para ela o ‘sal’, que dava sabor a todas as suas obras, e a luz que iluminava a escuridão de todos aqueles que nem sequer tinham mais lágrimas para chorar pela sua pobreza e sofrimento”.
Sua missão, prosseguiu o Papa, “nas periferias das cidades e nas periferias existenciais permanece nos nossos dias como um testemunho eloquente da proximidade de Deus junto dos mais pobres entre os pobres”.
O Pontífice propôs que ela seja um modelo de santidade para os voluntários e desejou que “esta incansável agente de misericórdia nos ajude a entender mais e mais que o nosso único critério de ação é o amor gratuito, livre de qualquer ideologia e de qualquer vínculo e que é derramado sobre todos sem distinção de língua, cultura, raça ou religião”.
Madre Teresa, continuou o Papa, “gostava de dizer: ‘Talvez não fale a língua deles, mas posso sorrir’. Levemos no coração o seu sorriso e o ofereçamos a quem encontremos no nosso caminho, especialmente àqueles que sofrem”.
Desse modo, assinalou, “abriremos horizontes de alegria e de esperança numa humanidade tão desesperançada e necessitada de compreensão e ternura”.
Papa Francisco também referiu que seguir Jesus, como Madre Teresa, “é um compromisso sério e ao mesmo tempo alegre; exige radicalidade e coragem para reconhecer o divino Mestre no mais pobre e descartado da vida e colocar-se ao seu serviço”.
Por isso, “os voluntários que servem os últimos e necessitados por amor de Jesus não esperam nenhum agradecimento ou gratificação, mas renunciam tudo isso porque encontraram o amor verdadeiro”.
“Como o Senhor veio até mim e se inclinou sobre mim na hora da necessidade, assim vou ao seu encontro e me inclino sobre aqueles que perderam a fé ou vivem como se Deus não existisse, sobre os jovens sem valores e ideais, sobre as famílias em crise, sobre os enfermos e os prisioneiros, sobre os refugiados e imigrantes, sobre os fracos e desamparados no corpo e no espírito, sobre os menores abandonados à própria sorte, bem como sobre os idosos deixados sozinhos”.
Em seguida, o Papa afirmou que “onde quer que haja uma mão estendida pedindo ajuda para levantar-se, ali deve estar a nossa presença e a presença da Igreja, que apoia e dá esperança”.

FONTE:http://www.acidigital.com/noticias/papa-francisco-santa-teresa-de-calcuta-sempre-defendeu-toda-a-vida-humana-54082/