quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

PAPA FRANCISCO NOMEIA ARCEBISPO DE ARACAJU




Dom João José Costa assume governo pastoral após acolhida de renúncia de dom José Palmeira Lessa

O papa Francisco acolheu, nesta quarta-feira, dia 18 de janeiro, o pedido de renúncia ao governo pastoral da arquidiocese de Aracaju (SE) apresentado por dom José Palmeira Lessa (à esquerda), em conformidade com cânon 401§ 1 do Código de Direito Canônico. O comunicado da Nunciatura Apostólica no Brasil informa ainda que, em consequência, assume o governo da Igreja particular o atual bispo coadjutor, dom João José Costa (à direita).
Dom José Palmeira Lessa completa 75 anos hoje. Ordenado bispo em 24 de agosto de 1982, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), foi bispo auxiliar naquela arquidiocese, acompanhante de Pastorais no regional Leste 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e na arquidiocese do Rio, bispo de Propriá (SE), responsável pela Cáritas do regional Nordeste 3, além de membro do Conselho Diretor Nacional do Movimento de Educação de Base (MEB). Dom Lessa estava em Aracaju desde 1996, quando foi nomeado coadjutor.

Novo arcebispo

Dom João José Costa é natural de Lagarto (SE), nasceu em 24 de junho de 1958. Membro da Ordem do Carmo, fez sua profissão religiosa em 2 de janeiro de 1986. Foi nomeado bispo da diocese de Iguatu (CE) em 07 de janeiro de 2009. Escolheu o lema “Servo por amor”. Em sua trajetória, dom João José já atuou como conselheiro da Província Carmelita, foi formador nas etapas de Postulantado e Filosofia na Província, trabalhou na Pastoral Carcerária, prestou assistência espiritual na Fazenda Esperança, em Lagarto (SE). Ao ser nomeado bispo, era prior do Convento do Carmo de São Cristóvão (SE). Dom João é o atual presidente da Cáritas Brasileira no período de 2016 a 2019.

FONTE:http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20135:papa-francisco-nomeia-arcebispo-de-aracaju&catid=114:noticias&Itemid=106

ANIVERSÁRIO DE 75 ANOS DE DOM LESSA

                                
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Dom José Palmeira Lessa: um ministério de amor e de cruz

"O caminho de Jesus não é um caminho de glória e de triunfos humanos, mas caminho de amor e de cruz."

É justo, oportuno e necessário expressar nossa gratidão e júbilo pelo ministério episcopal de Dom José Palmeira Lessa, missão exercida com dedicação, zelo e amor. Alagoano de Coruripe, nascido em 1942. Ordenado sacerdote, no Rio de Janeiro aos 26 anos de idade. Seu lema sacerdotal: “O discípulo não é maior que o mestre” (Lc 6,40). Logo que se tornou Padre, mergulhou-se na atividade pastoral. Passaram-se os primeiros entusiasmos e chegaram momentos duros, não pelo trabalho pesado mas pela crise que vivia por toda parte da igreja. Ele também experimentou daqueles momentos de crise. Para aprofundar a sua vida de comunhão, Dom Eugênio Sales, seu arcebispo, deu-lhe a possibilidade de durante seis meses participar da escola sacerdotal promovida pelo Movimento  dos Focolares em Roma, onde encontrou nova força para continuar nesse estilo de vida.

Foi pároco de uma paróquia com 70 mil habitantes numa zona muito difícil do Rio de Janeiro.

Aos 40 anos de idade foi eleito Bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Sebastião, do Rio de Janeiro, onde permaneceu ao lado de Dom Eugênio Sales, desempenhando seu ministério como auxiliar durante 5 anos. Ali, acompanhou, orientou e assumiu três vicariatos episcopais, na função de Vigário Geral; responsável pela pastoral familiar e da Juventude e pelos movimentos da arquidiocese e muitas outras atividades pastorais.

Em 1988, aos 46 anos, o Santo Padre o nomeou Bispo Diocesano de Propriá, num ambiente carregado de enormes problemas sociais e com poucos padres onde pastoreou por 9 anos, 8 como bispo e 1 como administrador apostólico.
Em Sergipe, Dom Lessa é um  pastor com um passado que somente o honra, tendo o seu nome ligado a muitas causas sociais, não somente na região do Baixo São Francisco, mas em todo Sergipe e, por todos os locais que tiveram o privilégio de ter sua presença.

Cotidianamente, luta por uma vida melhor para todos e oferece grande contribuição para a disseminação do louvor de Deus.
Sua sensibilidade fundamenta-se de maneira evidente na caridade que o impulsiona a socorrer os mais necessitados, aqueles marcados pela dor, pelo sofrimento, pela fome, pela miséria etc. Para ele, servir a igreja é servir aos pobres, numa perspectiva de fé, esperança e caridade, de apostolado e promoção integral do homem.

Em vários pronunciamentos pela imprensa falada e escrita Dom Lessa saiu em apoio ao homem do campo, sobretudo, seu direito à terra e a Reforma Agrária. Tanto é que quando Bispo de Propriá foi indiciado pela justiça, por ter se colocado ao lado do pobre e indefeso. O crime de Dom Lessa foi defender os miseráveis. Enquanto  Bispo de Propriá, articulou e promoveu a criação da Província Eclesiástica de Aracaju, junto a Dom Luciano e Dom Hildebrando então Bispo Diocesano de Estância.

Aos 54 anos foi nomeado arcebispo coadjutor de Aracaju, em virtude da precariedade da saúde de Luciano Duarte. Aqui ele precisava assumir quase por inteiro, os destinos da Arquidiocese, uma vez que o metropolita não mais apresentava condições físicas e psicológicas para o exercício do seu pastoreio. Assim, o Arcebispo coadjutor foi aos poucos, com prudência e profunda discrição, analisando a necessidade de lançar-se a partir da missão que Deus lhe entregou. Dois anos depois, sucedeu a Dom Luciano na Cátedra Aracajuana.
Ser evangélico é dar a sua contribuição  e atender às diversas necessidades das mais diferentes cabeças, corações e sentimentos.

Nosso pastor se mostra gente do povo, servidor do povo, dedicado ao povo. É aí que se dá a imolação do amor que brota do seu coração de pastor e guia. A ação pastoral de Dom Lessa contagia a todos, enfatiza prioritariamente as obras sociais, num eficaz gesto de amor ao próximo.

O bairro Santa Maria, antes Terra Dura, foi o alvo de suas primeiríssimas ações entre nós. O Coqueiral, a Piabeta, o São Carlos, Parque dos Faróis, um terreno sobre o gasoduto nas proximidades do Conjunto João Alves, os trabalhadores do Mercado Municipal de Aracaju, a demissão de Garis da Prefeitura Municipal de Aracaju, a questão salarial dos professores da rede estadual, a greve dos policiais de Sergipe dentre tantas outras situações, encontraram no coração de Dom Lessa muita angústia e, por isso, desencadearam-se atitudes de luta por justiça, dignidade e cidadania, a partir de grupos eclesiais inspirados por sua vontade.

Em todos os momentos, nosso pastor esteve e está ao lado dos pequenos, enfrentando veementemente as autoridades constituídas quando se faz necessário.

Dom Lessa se empenha diuturnamente a realizar o testemunho de Jesus: “que todos sejam um” (Jo 17, 21), e sua meta é reencontrar o preceito máximo do amor na sua dupla dimensão, Deus e o próximo. Esta é a missão do Profeta.
Nosso arcebispo não se contenta em pregar a justiça social. Quer dar exemplo, transformando o setor de miséria no bairro da caridade evangélica. Dedica-se a realizações concretas, como, por exemplo, os espoliados sem voz e sem vez, do Coqueiral e do bairro Santa Maria. 

As atividades de Dom Lessa não se limitam à cidade de Aracaju. Apesar da precariedade de sua saúde, ele visita as paróquias de norte a sul da Diocese. 

Para ele, o seminário, as vocações sacerdotais, seu clero e a ação Social são suas maiores prioridades. Ninguém poderá medir a quantidade de dons espirituais que  Deus derramou sobre esta Terra querida de Sergipe, pela ação do nosso pastor querido. Tudo isso é presença de Deus.

Alguns exemplos do seu ministério

-Há 20 anos mantém fielmente, aos sábados,  um programa na Rádio Cultura de Sergipe - Linha Direta Conversando com Dom Lessa;
-O Programa: “Caminhos de Unidade”, transmitido pela TV Canção Nova;
-Edificou e inaugurou o Seminário Nossa Senhora da Conceição, da província eclesiástica de Aracaju;
-Iniciou, acompanhou e assistiu a Caminhada Ecumênica em nosso Estado, durante 18 anos; intensificando e vivendo o testamento de Jesus “que todos sejam um”;
-Instalou a ASCOM na Arquidiocese;
-Criou e instalou os 4 vicariatos da Arquidiocese;
-Intermediou e realizou a Primeira Semana Social de Sergipe;
-Realizou Anos Missionários e Congressos;
-Congresso Eucarístico Arquidiocesano pelo centenário da Diocese e o Cinquentenário da Arquidiocese;  
-Intermediou e acompanhou as Irmãs Terezinhas para missão na África ocidental (Guiné-Bissau);
-Intermediou para Sergipe a Rede Vida de Televisão, importante empreendimento como instrumento de evangelização;
-Trouxe para edificação espiritual dos Sergipanos a TV Canção Nova. Foi ele o mediador responsável pela instalação da rede repetidora para todo o Brasil e outros países;
-Instituiu por decreto, a Paróquia Divina Pastora como Santuário Arquidiocesano;
-Durante seu Pastoreio, teve a graça de receber dois bispos auxiliares: Dom Dulcênio e Dom Henrique, hoje respectivamente Bispo de Palmeira dos índios e Bispo de Palmares. E agora, Dom João José Costa como Arcebispo Coadjutor que irá sucedê-lo;
-Nestes 48 anos de sacerdócio e 34 de Episcopado, Dom Lessa criou e instalou 67 paróquias. Encontrou 45, atualmente são 111  na Arquidiocese;
-Enviou 46 presbíteros à Europa e a outros Estados do Brasil, para estudos de formação complementar; 
-Ordenou 1 Padre no Rio de Janeiro, 19 em Propriá e 114 em Aracaju, somando 138 presbíteros;
-Realiza sempre, encontros e convivências com seus padres;
-Ordenou 40 Diáconos permanentes;
-Escreveu duas cartas pastorais: Aos Presbíteros, Diáconos, Consagrados, Seminaristas e a todo o povo de Deus;
-Criou e instalou o Tribunal Eclesiástico da Província de Aracaju.

Dom Lessa, o senhor é o pastor que tem uma visão ampla de igreja, seu zelo pastoral vai além dos limites da Arquidiocese. É um missionário, e como tal procura formar o seu clero para uma Igreja sem Fronteiras.

Agradecemos pelo apoio incansável para com as Congregações Religiosas femininas e masculinas, tanto é quem trouxe para sua Arquidiocese 16 Congregações femininas e 6 masculinas; Comunidades de leigos e leigas consagrados  com a missão de evangelizar e trabalhar na área social, sobretudo com os mais fracos na fidelidade ao seu lema: “fracos com os fracos”.

Que Nossa Senhora da Conceição a quem tem tanto amor, veneração e devoção, interceda sempre junto ao Pai, a fim de que abençoe a sua missão de pastor e que nunca se canse de ser o dom de Deus para todos nós.

A Deus o louvor e a glória.



Texto escrito por Irmã Morais 

Fonte: http://arquidiocesedearacaju.org/?pg=noticia&idNoticia=3098


segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

DOM LESSA E DOM MÁRIO SÃO HOMENAGEADOS PELA ALESE


O Arcebispo de Aracaju, Dom José Palmeira Lessa, e o Bispo de Propriá, Dom Mário Rino Sivieri, receberam na tarde do dia 12 de Dezembro, a Medalha de Direitos Humanos Dom José Vicente Távora.


A Medalha Dom José Vicente Távora de Direitos Humanos foi instituída por meio do Projeto de Resolução 10/2010, de autoria da deputada Ana Lúcia. Esta é a terceira edição da homenagem, cujo objetivo é reconhecer o trabalho e o esforço de militantes e personalidades na promoção e defesa dos direitos humanos em nosso Estado.



A cerimônia de outorga da medalha aconteceu no plenário da Assembleia Legislativa de Sergipe - ALESE e contou com a presença de várias autoridades constituídas. Também estiveram prestigiando esta homenagem o Arcebispo Coadjutor de Aracaju, Dom João Costa, o reitor do Seminário Maior, Padre Jânison de Sá Santos, religiosos, religiosas, fiéis leigos e seminaristas da Arquidiocese de Aracaju e da Diocese de Propriá. 


PAPA FRANCISCO CELEBRA FESTA DE NOSSA SENHORA DE GUADALUPE


Vaticano, 12 Dez. 16 / 04:40 pm (ACI).- Uma multidão de fiéis, principalmente provenientes das comunidades latino-americanas e filipinas presentes em Roma, foram à Basílica de São Pedro, no Vaticano, para participar da Missapresidida pelo Papa Francisco em honra à Virgem de Guadalupe.
Este é o terceiro ano consecutivo em que o Papa Francisco celebra esta Missa em honra da Padroeira do México, de todo o continente americano e das Filipinas.
A celebração eucarística foi precedida pela oração do Santo Rosário em espanhol e pela entrada das bandeiras de todas as nações devotas da Virgem de Guadalupe na Basílica. Participaram da Missa vários CardeaisBispos, religiosos, religiosas, membros da Cúria Romana e do corpo diplomático.
Entre os fiéis, esteve presente Alan Holdren, chefe do escritório do Grupo ACIe EWTN em Roma, e sua família, que levaram parte das oferendas ao Papa Francisco.
Em sua homilia, o Santo Padre afirmou que em meio aos sofrimentos, é bom recordar que a Virgem sempre está presente. “Celebrar Maria é, em primeiro lugar, lembrar da mãe, lembrar que não somos nem nunca seremos um povo órfão. Temos uma Mãe!”, exclamou.
Onde há uma mãe, “existe presença e gosto de casa; onde há uma mãe, os irmãos podem até brigar, mas a unidade sempre triunfará, onde há uma mãe, não faltará a luta a favor da fraternidade”.
O Pontífice recordou “essas mães batalhadoras” da América Latina, “que, muitas vezes, criam seus filhos sozinhas. E assim é Maria conosco, seus filhos: Mulher batalhadora frente à sociedade da desconfiança e da cegueira, frente à sociedade do abandono e da dispersão; Mulher que luta para potencializar a alegria do Evangelho. Luta para dar ‘carne’ ao Evangelho”.
“Olhar a ‘Guadalupana’ é recordar que a visita do Senhor sempre acontece por meio daqueles que conseguem ‘tornar carne’ a sua Palavra, que procuram encarnar a vida de Deus em suas entranhas, tornando-se sinais vivos da sua misericórdia”.
Francisco se referiu à cena evangélica na qual a Virgem Maria vai visitar a sua prima Isabel e, no momento do encontro, Isabel relata como “o menino saltou de alegria em meu ventre. Feliz de ti porque acreditaste”.
O Papa assinalou que esta “cena evangélica simboliza todo o dinamismo da visita de Deus: quando Deus sai ao nosso encontro mobiliza o mais profundo de nós, põe em movimento o que somos até transformar toda a nossa vida em louvor e bênção”.
Hoje mais que nunca, afirmou o Papa, é necessário esse encontro, porque “a sociedade que estamos construindo para nossos filhos está cada vez mais marcada pelos sinais da divisão e da fragmentação, deixando de lado especialmente aqueles que não obtêm o mínimo para viver com dignidade”.
O Pontífice lamentou a atitude de “uma sociedade que se vangloria de seus progressos científicos e tecnológicos, mas que é cega e insensível aos milhares de excluídos pelo orgulho de poucos”.
“Uma sociedade que termina instalando uma cultura da desilusão, o desencanto e a frustração em muitíssimos de nossos irmãos”.
Em seguida, o Bispo de Roma expressou: “Como é difícil exaltar a sociedade do bem-estar quando vemos que o nosso querido continente americano se acostumou a ver milhares e milhares de crianças e jovens de rua mendigar e dormir em estações de trem e metrô, ou em qualquer lugar que encontram. Crianças e jovens explorados em trabalhos clandestinos ou obrigados a procurar trocados nas esquinas, limpando vidros dos carros e sentindo que não há lugar para eles no ‘trem da vida’”.
“Quantas famílias vão ficando marcadas pela dor ao ver seus filhos vítimas dos mercados da morte. Que duro ver como normalizamos a exclusão de nossos idosos obrigados a viver na solidão, simplesmente porque não geram produtividade; ou ver – como disseram os Bispos em Aparecida –, as mulheres cuja dignidade é ferida pela precariedade”.
“Algumas crianças e adolescentes são submetidos a múltiplas formas de violência, dentro e fora de suas casas. São situações que podem nos paralisar, nos fazer duvidar de nossa fé e de nossa esperança, de nosso modo de enfrentar o futuro”, denunciou também o Papa Francisco.
A Missa em honra à “Morenita”, que em 1531 apareceu na colina de Tepeyac a São Juan Diego, foi acompanhada por alguns cantos litúrgicos muito antigos compostos em línguas indígenas.
Em concreto, interpretou-se um hino composto em língua náhuatl, que contém o relato das aparições da Virgem a São Juan Diego. Além disso, cantaram outros hinos em quéchua, mapuche e guarani.

FONTE: http://www.acidigital.com/noticias/com-a-virgem-de-guadalupe-nao-somos-nem-nunca-seremos-orfaos-sublinha-papa-francisco-31564/

domingo, 4 de dezembro de 2016

FORMATURA DA FILOSOFIA 2016


O Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição celebrou com muito júbilo no último sábado, dia 03 de Dezembro, a formatura dos concludentes do Curso de Filosofia 2016. Os formandos são das dioceses de Propriá (Willian Barros, Gilvan Júnior e Cristiano Santos), de Penedo (Ediran Alves, Jadson Costa e David dos Santos) e da Arquidiocese de Aracaju (Danilo de Jesus, Fransimar, Allex Pimentel, José Fernandes e Jamisson Santos). Tiveram como patrono da turma o professor Darlei Posmai.

As solenidades iniciaram-se às 17h30min. com a Solene Celebração Eucarística presidida por sua excelência reverendíssima Dom José Palmeira Lessa, Arcebispo de Aracaju. 






Na homilia, Dom Lessa agradeceu a Deus pelo dom da vida dos formandos, pela perseverança e pelo sim dado a Deus a este projeto de amor que é a vocação sacerdotal. Agradeceu também a todos os famílias e amigos que apoiam e acompanham de perto os seminaristas, sendo de fundamental importância para a caminhada dos vocacionados ao sacerdócio. 


Exortou a todos que é preciso deixar que Jesus possa nascer em nossos coração e denunciou o parecer de alguns magistrados da nossa suprema corte, os quais deram parecer favorável ao aborto de crianças com até 3 meses de vida. 

















Após a Santa Eucaristia, todos se dirigiram para o auditório São João Paulo II, onde deu-se início a cerimônia de colação de grau, momento em que os formandos receberam oficialmente o título de Filósofos. 

Após o ato de entrega dos diplomas, todos se reuniram no pátio do seminário para um animado coquetel. 







Que Deus abençoe nosso seminaristas para que possam continuar sendo fiéis ao chamado de Deus e deixando-se a cada dia mais serem moldados e transfigurados em Cristo. 

sábado, 3 de dezembro de 2016

Formatura da turma de Teologia 2016/2.


Nessa sexta-feira, 02 de dezembro de 2016, aconteceu no Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição à formatura dos concludentes do curso de Teologia. Na ocasião, realizou-se o ato de colação de grau e a celebração da Santa Missa em ação de graças pela conclusão de mais um etapa rumo ao sacerdócio de Cristo.

A turma adotou como epígrafe a celebre frase de Evágrio Pôntico: “Se rezas verdadeiramente, és um teólogo.” Os teólogos concludentes são:

*Aécio Cruz – Arquidiocese de Aracaju
* Anderson Gomes da Silva - Arquidiocese de Aracaju
* Diego Luiz da Silva – Diocese de Penedo
* Fábio Freitas dos Santos – Diocese de Palmeira dos Índios
* Jorge Frances Tavares de Souza – Diocese de Estância
* Josivaldo Nivaldo de Souza - Arquidiocese de Aracaju
* Lucas Pires Pereira - Arquidiocese de Aracaju
* Ronny Dennyson Monteiro Santana - Diocese de Palmeira dos Índios
* Thiago Barbosa Silva Souza - Diocese de Penedo
* Diácono Frei Marcos Martins de Cerqueira- Capuchinho



















O patrono da turma de teologia 2016/2 é o Prof. Dr. Pe. Jânison de Sá Santos (reitor do Seminário Maior), que além de formador exerceu a função de professor em alguns disciplinas teológicas. Em seu discurso, Pe. Jânison recordou às cinco dimensões que envolvem a formação sacerdotal, e ressaltou a acadêmica como uma dessas. Pediu aos formandos que usem a teologia não só como uma construção acadêmica, mas como caminho para uma vida de fé e não abandone jamais a oração do Santo Terço.

As atividades para esse ato celebrativo, começou ao entardecer com a oração das vésperas, seguida de um jantar festivo para os formandos. Em seguida, às 19:15h no prédio acadêmico, iniciou-se o ato de colação, e posteriormente, o descerramento da placa da turma. Terminado os dois atos, os formandos e convidados seguiram para a capela onde fora celebrada a Santa Missa em ação de graças por esse momento celebrativo na vida dos nossos seminaristas.

A Santa Missa foi presidida por Dom José Palmeira Lessa, arcebispo metropolitano, e concelebrada por diversos padres. Na ocasião, o arcebispo recordou em sua homilia que após um longo caminho esses jovens chegaram a etapa final da formação no seminário, mas a missão continua e estes jovens irão para novas atividades, enquanto aguardam, a ordenação diaconal e presbiteral.

























Após a benção final, o orador da turma o seminarista Ronny Denisson fez os agradecimentos da turma, externando sua gratidão a Deus, aos bispos, formadores, seminaristas, familiares e amigos, por fazerem parte dessa história.


O Seminário Maior, rejubila por cooperar na formação de mais uma turma de teólogos. E pede a Virgem Maria, que rogue pela vida desses jovens que caminham para o seguimento de Cristo, através do sacerdócio.

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