sexta-feira, 14 de setembro de 2018

O MÊS DA BÍBLIA



Dom João José Costa- Arcebispo de Aracaju-SE
Começou o mês de setembro, que para nós católicos do Brasil é o mês dedicado à Bíblia, desde 1971. É uma iniciativa digna de louvor. Todavia, desde 1947, o Dia da Bíblia é comemorado no último domingo de setembro. O mês de setembro foi escolhido como mês da Bíblia porque o dia 30 de setembro é dia em que a Igreja celebra a memória de São Jerônimo, que nasceu em 340 e faleceu em 420 da era cristã.
São Jerônimo foi um grande biblista, doutor da Igreja, e a ele coube, a pedido do Papa Dâmaso, de quem foi secretário, traduzir a Bíblia dos originais (hebraico e grego) para o latim, que naquela época era a língua falada no mundo dito civilizado, e usada na liturgia da Igreja. A tradução realizada por São Jerônimo é chamada de Vulgata. Foi um trabalho gigantesco que durou cerca de 35 anos.

A denominação Vulgata consolidou-se na primeira metade do século XVI, sobretudo a partir da edição da Bíblia de 1532, tendo sido definitivamente consagrada pelo Concílio de Trento, em 1546. O Concílio estabeleceu um texto único para a Vulgata a partir de vários manuscritos existentes, o qual foi ratificada mais uma vez como a Bíblia oficial da Igreja, confirmando assim os outros concílios desde o século II, e a essa versão ficou conhecido como Vulgata Clementina.
Atualmente a Igreja Católica utiliza a “Nova Vulgata”, recentemente traduzida conforme os métodos científicos mais modernos. Na verdade, após o Concílio Vaticano II, por determinação de Paulo VI, foi realizada uma revisão da Vulgata, sobretudo para uso litúrgico. Esta revisão, terminada em 1975, e promulgada pelo Papa João Paulo II, em 25 de abril de 1979, é denominada Nova Vulgata e ficou estabelecida como a nova Bíblia oficial da Igreja Católica .
No Brasil, para o uso litúrgico, é empregada a “Bíblia Sagrada Tradução da CNBB”, que em sua apresentação informa: “Foi levada em consideração, sistematicamente, a nova tradução oficial [a Nova] ‘Vulgata’. Como recomenda o Concílio Vaticano II (Dei Verbum, n. 22), a tradução se baseia, pois, nos textos originais hebraicos, aramaicos e gregos, cotejados criteriosamente com a Nova Vulgata, ela mesma baseada nos documentos originais”.
Hoje, a Bíblia é o único livro que está traduzido em praticamente todas as línguas do mundo e está em quase todas as casas da cristandade. A Bíblia é, de longe, o livro mais vendido, distribuído e impresso em toda a história da humanidade.
A Bíblia – Palavra de Deus – é o fruto da comunicação entre Deus que se revela e a pessoa que acolhe e responde à revelação. Por isso, pode-se dizer que a Bíblia relata a história de um povo, o Povo de Deus, que teve o dom de interpretar sua realidade à luz da presença de Deus e compreender que a vida é um projeto de amor que parte de Deus e volta para Ele.
Nesse mês da Bíblia, somos convidados a estudar e refletir sobre esse maravilhoso livro que tem tanto a nos revelar e instruir. Todos os católicos devem ler e procurar compreender as mensagens de Deus para nós, que foram escritas por escritores sagrados sob a inspiração do Espírito Santo.
O que significam as palavras de Deus contidas na Bíblia, para nós? A resposta pode muito bem ser buscada no seguinte versículo: “Quão saborosas são para mim vossas palavras, mais doces que o mel à minha boca” (Sl 118, 103). Assim são as palavras de Deus, que nos foram transmitidas e que nelas devemos pautar as nossas vidas. As palavras de Deus alumiam o nosso viver, a nossa caminhada em busca da santificação. Diz, ainda uma vez, o salmista: “Vossa palavra é um facho que ilumina meus passos. E uma luz em meu caminho” (Sl 118, 105).
Conhecer a Palavra de Deus é fundamental para todo cristão. A Carta aos hebreus diz que “a Palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante do que uma espada de dois gumes, e atinge até à divisão da alma e do corpo, das juntas e medulas, e discerne os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4,12).
Jesus conhecia profundamente a Sagrada Escritura e a citava. Isso é mais do que suficiente para que todos nós façamos o mesmo. Na tentação do deserto ele venceu o demônio lançando em seu rosto, por três vezes, a santa Palavra. Quando o tentador pediu que Ele transformasse as pedras em pães, para provar Sua filiação divina, Jesus lhe disse: “O homem não vive só de pão, mas de tudo o que sai da boca do Senhor” (Dt 8,3). Quando o tentador exigiu que Ele se jogasse do alto do templo, Jesus respondeu: “Não tentarás o Senhor vosso Deus” (Dt 6,16a). E quando Satanás tentou fazer com que Ele o adorasse, ouviu mais uma vez a Palavra de Deus: “Adorarás o Senhor, teu Deus, e só a ele servirás” (Dt 6,13).
O demônio não tem força diante da Palavra de Deus lançada em seu rosto; por isso, cada um de nós precisa conhecer o poder dela. É preciso ler e estudar a Bíblia regularmente, e, se possível, todos os dias; aquecer o coração e a alma com um trecho dela; e saber usá-la nos momentos de dor, dúvida, angústia, medo, tomada de decisão, louvor, agradecimento, súplsúplica etc. Abra a Palavra, deixe Deus falar ao seu coração. E fale com Deus. Ler a Palavra é a maneira mais fácil de rezar.
Desse o Senhor servindo-se da boca do profeta Isaías: “Tal como a chuva e a neve caem do céu e para lá não voltam sem ter regado a terra, sem a ter fecundado, e feito germinar as plantas, sem dar o grão a semear e o pão a comer, assim acontece à palavra que minha boca profere: não volta sem ter produzido seu efeito, sem ter executado a minha vontade e cumprido a sua missão” (Is 55,10).
A palavra de Deus é transformadora, santificante. São Paulo explica isso a Timóteo, com toda convicção: “Toda a Escritura é inspirada por Deus, e útil para ensinar, para persuadir, para corrigir e formar na justiça” (2Tm 3,16).
A Palavra de Deus é, portanto, um instrumento indispensável para a nossa santificação. Não conseguiremos ter “os mesmos sentimentos de Cristo” (Fil 2,5) sem ouvir, ler, meditar, estudar e conhecer a sua santa palavra. São Jerônimo, dizia que “quem não conhece o Evangelho não conhece Jesus Cristo”.
É preciso estudar a Bíblia, fazer cursos bíblicos, porque nem sempre sua leitura é fácil de ser compreendida. Ela não é um livro de ciência, mas, sim, de fé. Utilizando os mais diversos gêneros literários, ela narra acontecimentos da vida de um povo guiado por Deus, atravessando os mais variados contextos sociais, políticos, econômicos etc. Por isso, a Palavra de Deus não pode sempre ser tomada ao “pé da letra”, embora muitas vezes o deva ser. “Porque a letra mata, mas o Espírito vivifica” (2 Cor 3,6).


Fonte: CNBB- NORDESTE 3 - LINK: https://www.cnbbne3.org.br/15737-2/

LITERATURA E FILOSOFIA: relação entre liberdades



Francisco Alves*
“O homem não coincide consigo mesmo”, afirma Fiódor Dostoiévski em uma de suas máximas. O homem é uma questão para si próprio. É um ser que está aberto ao mundo como pura liberdade. Sendo livre, sua liberdade é muito mais uma questão que, evidentemente, nunca será resolvida, nunca será solucionada, mas apenas e simplesmente vivida. O grande slogan da filosofia de Jean Paul Sartre apresenta a assertiva de que o homem é condenado a ser livre. Sua liberdade aparece como uma espécie de fatalidade. Não é uma essência ou uma determinação o caráter mais fundamental do ser humano, é, todavia, unicamente a liberdade. A partir daí ele deve fazer o que quiser e puder de si. Sartre correlaciona este conceito filosófico com a história, por vezes com a psicologia, e sobretudo com a literatura.
O filósofo que é escritor, pensador que escreveu tanto obras filosóficas quanto ficcionais, trás consigo uma problemática e um grande perigo que consiste, obviamente, no fato de que os seus romances possam se tornar meros objetos para ilustrar idéias de filosofia. Para o expoente máximo do existencialismo, a literatura não existe para isso, é um erro tratá-la desta forma. A obra literária tem sua autonomia inerente a si mesma. A prosa não é apenas um esclarecimento ou um complemento a uma tese conceitual.
Para Sartre, não se trata de elaborar uma concepção separatista entre esses dois ramos do saber, e menos ainda tentar embaralhá-los de modo que fiquem homogêneos. Filosofia e Literatura, de uma forma ou de outra, se atraem e encaminham-se para uma única e mesma finalidade, isto é, compreender a existência humana. Isso não diz respeito a uma tentativa de confundir a arte do conceito com a arte literária, mas de abrir caminho para uma filosofia que seja capaz de expor a experiência mais concreta e de valorizar uma literatura que nos permita ver melhor a nós mesmos, os outros e o mundo presente. Sartre identifica entre essas duas áreas distintas uma “vizinhança comunicante”.
Além disso, a literatura é práxis, a palavra é ação. O livro, sendo uma obra de arte estética, se lança a uma compreensão ética da realidade humana. A prosa, dessa forma, não é tão-somente uma comunicação de letras, palavras e frases, não é um mero refúgio, não serve apenas para nos fascinar, refestelar, nos dá gozo ou prazer, é, todavia, acima de tudo, uma convocação, um apelo que o escritor faz para a liberdade do leitor e que estes, juntos, assumam o compromisso que gerou a obra. A literatura, portanto, nos propele que adotemos posições críticas para transformar a realidade, que nos comprometamos, que nos engajemos.
“As palavras são pistolas carregadas. Quando o escritor fala, ele atira. Pode calar-se, mas uma vez que decidiu atirar é preciso que o faça como homem, visando o alvo, e não como criança, ao acaso, fechando os olhos, só pelo prazer de ouvir os tiros”. A literatura é engajada no sentido de desvendar o homem ao próprio homem, mostra por meios de suas palavras um espelho crítico diante do qual no vemos refletidos, permitindo, assim, uma melhor compreensão da realidade humana como livre. Livre e responsável, quem é inteiramente livre, se torna inteiramente responsável. A liberdade se completa no compromisso, no engajamento. Ora, a liberdade do escritor necessita da liberdade do leitor, para que juntos assumam a obra literária, o mundo.
Tendo em vista que o tema a ser abordado seja a questão da literatura como relação entre liberdades, a princípio pode-se até parecer incompreensível e enigmático. Contudo, após breves aprofundamentos é notável seu valor como pesquisa e trabalho. Discutir no que diz respeito à liberdade, conceito tão caro à filosofia sartriana, mostrá-la e defendê-la no âmbito literário, além de fazer uma reflexão filosófica sobre tal assunto é ainda um apelo à libertação por meio da leitura.
O gosto pelos livros, o contato com alguns clássicos da literatura nos motivou a abraçar tal apreço com a filosofia. Ademais, discorrer sobre este assunto não é de forma alguma contingente e distante de nós, está contido não só no âmbito filosófico, mas no social, acadêmico, literário e em todas as instâncias do ser existente. É nosso intuito defender, com a ajuda de Sartre, o caráter despertador da literatura e motivar a prática e importância de ler, porquanto ela liberta. A partir daí, é necessário também transformar o que está a nossa volta. Cultivar, promover e suscitar a liberdade tendo como estopim a literatura, é algo vital.
Portanto, considerando que os supostos “mundos impossíveis” propostos pelos escritores venham sempre a exprimir e desvelar esse mundo real é possível aprender filosofia também lendo romances. Albert Camus afirmava que uma boa filosofia se faz com imagens. Podemos concluir, desta maneira, que mediante um bom livro, que após o contato com uma boa literatura, não podemos passar impunemente, não se pode passar despercebido, mudamos mesmo que não percebamos.

"Eu do livro não me livro
e nem quero me livrar
se do livro, eu me livro
como livre, vou ficar?”
 (FONSECA, Silas)

Filósofo SARTRE

*Francisco Alves é seminarista da Diocese de Grajaú (MA), da cidade de São José dos Basílios. É discente no 3º ano do curso de Licenciatura em Filosofia do Seminário de Aracaju e é agente de pastoral na paróquia Nossa Senhora de Guadalupe, bairro Coroa do Meio, Aracaju.
E-mail: alvesfransousa@gmail.com

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

EM TEMPOS DE PROCELA NA BARCA DE PEDRO


“Mas eu rezei por ti, para que a tua fé não desfaleça.” (Lc. 22, 32)

            Nas variadas oportunidades de Sua vida pública, Jesus Cristo anunciava a Boa-Nova de Sua graça de pé na proa da barca de Pedro. De fato, nos escritos evangélicos, não se nomeia nenhuma outra embarcação da qual Ele tenha se utilizado durante o anúncio do Evangelii Gaudium, ou seja, do Evangelho da Alegria, senão a barca de Simão. Além do mais, é nesta mesma barca que acontece, segundo o Evangelista João, a pesca atípica após a Ressurreição do Senhor, onde milagrosamente cento e cinquenta e três grandes peixes não foram capazes de romper as redes de Simão; e ao som das margens calmas e resolutas do Lago de Tiberíades, Simão Pedro é reclamado por Cristo para O amar e apascentar os Seus cordeiros, ainda que vacilante, ainda que receoso, ainda que capaz de ter negado, no enredo da Paixão, o seu Senhor e Mestre três densas e dolorosas vezes. E deste diálogo enxertado num amor sem reservas, Pedro substancialmente é feito Pastor do Rebanho, ainda que ouvindo permanentemente a voz de Quem clamava na proa de Sua barca: “Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para peneirar-vos como trigo. Mas eu rezei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, uma vez convertido, confirma os teus irmãos.” (Lc. 22, 31-32).
            Hoje, como nunca, a Igreja enquanto Barca do Senhor, sofre as penúrias de terríveis tempestades, que assolam e afetam principalmente o papa Francisco. De fato, como já nos adverte Jesus, a figura de Pedro incomoda as forças das trevas. Reconstruir a Igreja é tarefa onde, sem sombra de dúvidas, as forças do inferno tentam prevalecer, porque é tarefa de quebrar paredes e fechar as arestas; de encontrar as falhas e apontar os caminhos duma restauração suscitada pelo Espírito Santo, o sopro que intercede em favor da Igreja e que a renova segundo o Seu kairós. Mas, se é tempo de restauração, assim como a Odisseia relata que Ulisses amarrado no mastro (stauros) da barca, para não sucumbir a si nem aos seus tripulantes ao canto magicamente perverso das sereias, assim também a Oração de Jesus Crucificado é a ação que recoloca novamente o mastro da Cruz do Senhor como tábua de salvação perante as tempestades e tentações da vida da barca e de seu timoneiro, ou seja, da vida da Igreja e do Papa Francisco. E diga-se mais: na certeza de que o povo de Deus forma o Corpo Místico de Cristo, quanto mais a oração do Senhor é o conforto para a investida satânica à pessoa de Pedro, tanto mais a oração de Seu Corpo Místico, isto é, de Sua Igreja, será, sem dúvidas, o sustento para a experiência a qual saboreia em dolorosas doses o Papa Francisco.
            Nós estamos com o Papa Francisco: esta é a nossa fé, e, por tal motivo, bendita seja a Palavra de Deus. Nós caminhamos com o Papa Francisco: esta é a razão de nossa unidade, e, sendo assim, soframos com ele as procelas e os maus tempos, se preciso for. Nós rezamos pelo Papa Francisco: esta é a nossa missão, e, por tal razão, dobremos nossos joelhos diante Daquele que é o Pastor de nossas almas para que conduza fielmente o pastoreio do nosso amado pontífice. O trigo é moído, mas torna-se pão. A barca sofre, mas alcança o porto. Pedro talvez cansa, mas não vacila e nem sucumbe. A Igreja é perseguida, mas para ser sempre Igreja; nós sofremos, mas alegramo-nos e exultamos, porque um Porto Seguro nos está reservado; o Papa Francisco chora, mas o Rosto da Misericórdia enxuga suas lágrimas e o encoraja para seguir viagem rumo ao mesmo Senhor das Misericórdias. Seja, de fato, a nossa Igreja uma rede mundial de oração pelo nosso Santo Padre; que se crie uma cultura capaz de lembrar dele sempre em nossas orações e preces; que haja nos corações cristãos a firme certeza de que o Papa caminha conosco e pede de nós súplicas a Deus. Sejamos, enfim, um ponto de refrigério, um prado tranquilo também para o nosso Pastor. “Salve, Santo Padre, vivas tanto ou mais que Pedro. Desça, qual mel do rochedo, a benção paternal!”


Texto: Seminarista Adenilson Santos Nascimento Junior

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

RETIRO SEMESTRAL

         Os seminaristas estiveram reunidos no Convento São Francisco de Assis na cidade de São Cristóvão, de 31 de julho à 2 de agosto, para o retiro de exercícios espirituais. Como de costume, o retiro é a oportunidade para a oração e reflexão para o início e bom andamento da formação ao longo do período. 

             O pregador do retiro e orientador dos exercícios foi o bispo de Propriá, Dom Vítor A. Menezes. O prelado chamou atenção para uma compreensão da vida no seminário como tempo e lugar de retiro no qual acontece a formação do sujeito, tal como fizera Jesus Cristo com seus discípulos. Para tanto, Dom Vítor fez menção, além do textos bíblicos, aos textos de São João Paulo II, do papa Francisco, do Documento de Aparecida e ao texto "Aos meus seminaristas", do cardeal Mercier.

Segue algumas fotos:
















Fotos: Sem. Lênison Oliveira
Texto: Sem. João Kennedy




terça-feira, 7 de agosto de 2018

RETORNO ÀS ATIVIDADES DO SEMINÁRIO MAIOR

     

No dia 30 de julho, o padre Jefferson Santos Pinheiro acolheu os seminaristas que retomaram o itinerário formativo após um período de férias. A abertura das atividades foi celebrada com o oferecimento da Santa Missa na qual o padre reitor rezou pela perseverança e discernimento vocacional dos seminaristas presentes. 
Como de costume, o retiro de exercícios espirituais será também uma ocasião de oração e reflexão para introdução ao período de formação. 

"Nos Seminários e nas casas de formação sacerdotal é importante fomentar as equipes de vida, como outras formas de integração comunitária, que favoreçam o amadurecimento para a solidariedade, a capacidade para dar e receber, a correção fraterna, e que seja estímulo para superar o individualismo e o isolamento." (Cf. A formação sacerdotal nos seminários, n° 8)

AGOSTO: MÊS DAS VOCAÇÕES