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quinta-feira, 27 de abril de 2017

AOS IRMÃOS E IRMÃS DA ARQUIDIOCESE DE ARACAJU E DA CARITAS BRASILEIRA


            Diante de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, participando da 55ª Assembleia Geral da CNBB, estou acompanhando com atenção o desenrolar dos acontecimentos em Brasília e em todo o país.
            O momento político, social e econômico que o Brasil atravessa é muito delicado e carecedor do discernimento de todos nós. A corrupção deve ser combatida com o rigor que as leis estabelecem, seja ela praticada por quem quer que seja. Corruptos e corruptores vivem nas trevas, vivem sob a sombra do mal. A impunidade e a injustiça não devem mais ser toleradas. A violência deve ser contida. E a exploração do homem pelo homem não tem amparo no Evangelho de Jesus Cristo.
            As mudanças nas leis trabalhistas e na previdência social, como estão sendo anunciadas e, no caso das primeiras, já sendo votadas no Congresso Nacional, ferem direitos consagrados na Constituição de 1988, que está sendo desconstruída de forma absurda, para atender aos interesses do grande capital, nacional e internacional, que suga o suor e o sangue das classes trabalhadoras, sob a alegação de que é preciso fazer ajustes fiscais. Que se façam os ajustes necessários, mas sem decepar direitos tão duramente conquistados e mantidos até agora.
            Como membros do Corpo Místico de Cristo (1 Cor 12,12), fazendo uso da Palavra de Deus e da Doutrina Social da Igreja, tão diligentemente constituída ao longo de mais de um século por inúmeros e abençoados Pontífices, nós devemos repudiar toda ação que prejudique o povo brasileiro.
Seguidores que nós somos do Verbo Encarnado, não temos o direito de nos calar, quando ameaças diversas pairam sobre a sociedade. Neste momento, calar equivale a mentir. E a verdade deve ser proclamada. Jesus veio para que todos tenham vida em plenitude (Jo 10,10). A plenitude da vida dos brasileiros não deve ser molestada por nenhum governo, por nenhum grupo político que esteja ou possa estar no poder.
Conclamamos a todos os irmãos e irmãs, para que, sob a inspiração do Santo Espírito, não se curvem ao querer de quem não tem coragem de ouvir o povo. Devemos perguntar aos nossos representantes no Congresso Nacional como eles estão fazendo uso dos votos que receberam. A favor do povo ou contra o povo?
Neste momento, cada irmão e cada irmã devem compreender o que fazer, para mostrar a sua indignação e seu descontentamento contra tudo que agride a vida, a liberdade, a segurança jurídica e a felicidade do povo brasileiro.
Dizer NÃO a tudo que contraria a plenitude da vida é um dever cristão. Exercitemos, pois, o nosso dever, para que os nossos direitos não sejam dilapidados. Que o povo não se deixe abater. Que o Brasil vença este momento tão difícil.
Dirigindo a nossa prece a Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, nas comemorações dos 300 anos do encontro de sua imagem, pedimos a ela, nossa Mãe querida, que nos cubra de bênçãos, e, por intermédio de seu Filho Jesus Cristo, interceda ao Pai por nós, para que possamos vencer todas as dificuldades que atravessamos e enfrentemos este momento com muita firmeza, serenidade e esperança.


Aparecida (SP), 27 de abril de 2017.


Dom João José Costa
Arcebispo Metropolitano de Aracaju

Presidente da Cáritas Brasileira

sexta-feira, 17 de março de 2017

NOTA DOS BISPOS DA BAHIA E SERGIPE SOBRE O MOMENTO NACIONAL.

“Não nos deixamos abater” (2 Cor 4,16).

Nós, bispos da Bahia e Sergipe, Regional Nordeste 3 (NE 3) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), reunidos em Assembleia, de 13 a 15 de março de 2017, em Salvador, refletimos e rezamos sobre o momento nacional.

Na convivência de pastores com o nosso povo, percebemos a sua imensa angústia e apreensão diante do que está acontecendo no país: caos na saúde, milhões de desempregados, violência, criminalização dos movimentos sociais, corrupção em vários segmentos, pessoas de duvidosa reputação em postos de comando. Para culminar, as propostas de reformas do Governo Federal, especialmente a previdenciária, ameaçam os direitos sociais adquiridos pela Constituição Cidadã de 1988, penalizando, sobretudo, os mais pobres e vulneráveis.

Compreendemos a necessidade de diversas reformas para aprimorar o Estado Brasileiro, entretanto elas não devem violar direitos adquiridos e os deveres em relação ao bem comum. Conscientes de que somos chamados a ouvir os clamores dos mais necessitados, manifestamos nosso apoio e solidariedade ao povo, às suas organizações e a todas as entidades que lutam em defesa dos mais pobres.

Exortamos os parlamentares a serem sensíveis aos clamores do povo brasileiro. “Ninguém pode se sentir exonerado da preocupação pelos pobres e pela justiça social” (Papa Francisco, Evangelii Gaudium, 202). Conclamamos nossas comunidades cristãs que se unam e não se deixem abater.

Na comemoração dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, confiantes em sua materna intercessão, pedimos que ela alimente nossos sonhos e sustente nossa esperança.

Salvador (BA), 15 de março de 2017.

Em nome dos bispos do Regional Nordeste 3 da CNBB
Dom João Carlos Petrini
Presidente do NE3 da CNBB
Dom João José Costa
Vice-presidente do NE3 da CNBB
Dom Gilson Andrade da Silva
Secretário do NE3 da CNBB



quarta-feira, 30 de setembro de 2015

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Parabéns Dom Lessa - 33 anos de Sagração Episcopal

Uma vida dedicada à Igreja, apoiando e participando das causas sociais


Incansável, obstinado, feliz com a vocação e missão recebida pela Igreja, Dom José Lessa faz da sua vida uma constante luta para o crescimento do reino de Deus. Sua presença em solo sergipano o faz parte da história da nossa terra e das lutas da nossa gente, desde quando foi Bispo de Propriá, marcando sua passagem, naquela diocese, pela luta em defesa dos mais fracos, sendo ameaçado de morte e acusado de incitação de invasão de terras, em decorrência do apoio aos posseiros que estavam sendo perseguidos por latifundiários da região e absorvido do processo. 

Na Arquidiocese de Aracaju, também empreendeu lutas sociais, estando à frente de negociações entre sindicatos e governo e em defesa dos mais carentes, como por exemplo, a luta pela melhoria das condições de vida do povo do Bairro Coqueiral e Santa Maria, em Aracaju. Toda  atuação social de Dom Lessa faz jus ao seu lema episcopal: “Fragilis cum Fragilibus”  (Fraco Com os Fracos).

Com uma vida pastoral intensa, Dom José Lessa dobrou o número de paróquias. Entre tantas ações, é marca do Arcebispo a implantação do diaconato permanente e a intensificação do trabalho pelas vocações sacerdotais; há mais de 30 anos a Arquidiocese contava com pouco mais de 40 presbíteros, hoje ultrapassa o número de cem sacerdotes. Capitaneada por Dom Lessa, a construção do Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição, com três prédios, biblioteca, capela, refeitório e auditório com capacidade para mais de 700 pessoas, é digna de destaque dentre os feitos do Arcebispo nesta Arquidiocese.


Nasceu em Coruripe-AL, aos 18 de janeiro de 1942.


Ordenado sacerdote em 03 de julho de 1968.


Eleito Bispo Titular de Sita e Auxiliar de São Sebastião do Rio de Janeiro em 21 de junho de 1982, e sagrado em 24 de agosto de 1982.


Transferido para Diocese de Propriá aos 30 de outubro de 1987.

Eleito Arcebispo Coadjutor em 6 de dezembro de 1995, tomada de posse em 25 de março de 1996.

Elevado a Arcebispo Metropolitano de Aracaju em 26 de agosto de 1998.

Atividades exercidas durante o episcopado:

Bispo Auxiliar no Rio de Janeiro, RJ (1982-1987); Acompanhante da Pastoral da Juventude do Regional Leste 1; Bispo responsável pelas Pastorais da Família, das Domésticas, dos Trabalhadores e também dos Movimentos da Arquidiocese do Rio de Janeiro; Bispo assistente dos Vicariatos Norte, Leopoldina e Oeste da Arquidiocese do Rio de Janeiro (1982-1987); Administrador Apostólico de Propriá (1995-1997); Bispo de Propriá, SE (1987-1995); Bispo responsável pela Cáritas do NE3; Foi também membro do Conselho Diretor Nacional do MEB; Coadjutor em Aracaju (1996-1998) e como Arcebispo Metropolitano; Vice Presidente do Regional NE 3; Presidente do Sub-Regional 2 do NE 3 por 2 mandatos.

Atividades exercidas antes do episcopado:

Formador no Seminário Menor do Rio de Janeiro, RJ; Prefeito, Professor, Diretor Espiritual, Pároco; Membro do Conselho Presbiteral; Coordenador de um Setor Pastoral (13 paróquias); Vigário Episcopal; Coordenador do Secretariado de Pastoral da Arquidiocese.

Estudos Realizados:

Ensino médio: Seminário Arquidiocesano de São José, Rio de Janeiro, RJ (1959-1961);

Ensino fundamental e básico: Seminário Arquidiocesano de São José, Rio de Janeiro, RJ (1955-1958);

Especialização: Bacharelado em Teologia, curso de Pastoral com pequena tese na São Tomas;

Teologia: Seminário Arquidiocesano de São José, Rio de Janeiro, RJ (1965-1968);

Filosofia: Seminário Arquidiocesano de São José, Rio de Janeiro, RJ (1962-1964);

Outros cursos: Pastoral e Espiritualidade, em Roma / Itália.


Parte duma entrevista concedida à Associação do Senhor Jesus Entrevista completa

Natural de Alagoas, filho mais velho de uma numerosa família de quinze irmãos, Dom José conta, com muita simpatia, como Jesus transformou sua vida a partir de seu sim a Deus.

BC: Gostaríamos de saber como foi o menino José e seu chamado?

Dom Lessa: Antes de tudo, sou o mais velho de quinze irmãos. Nasci em Alagoas, na cidade de Coruripe. Meu pai migrou para o Rio de Janeiro e dois anos depois levou toda a família. Fomos para o Rio em três e lá nasceram os outros. Integramo-nos muito na Igreja. Eu ia à Missa todos os dias. Era coroinha. Em casa, como irmão mais velho, era aquele com quem minha mãe contava para o serviço da casa. Lavar louça, cuidar dos irmãos. Lembro-me que um tio meu que é Carmelita ia, às vezes, nos visitar e eu ficava olhando e pensando: será que posso ser um padre. E, fui para o Seminário. Em 1968 foi a minha Ordenação Sacerdotal na antiga catedral do Rio de Janeiro.

Como padre, trabalhei um bom tempo no Seminário. Depois chegou o novo Bispo do Rio de Janeiro e manifestei-lhe o desejo de fazer um Curso de Espiritualidade em Roma, para o qual depois de um ano e meio ele me liberou. Fui, fiz o Curso e voltei. O Bispo, então, colocou-me numa Paróquia muito central, chamada Nossa Senhora da Conceição, em Realengo. Aos trinta e seis anos fui nomeado Vigário Episcopal. Fui para frente com o trabalho. Quando o Papa foi ao Brasil, o Cardeal disse: "Você está há cinco anos como Vigário Episcopal. Eu gostaria que você fosse fazer uns estudos em Roma". Fui fazer pastoral em Roma e na volta não retornei mais ao Vicariato. O Cardeal entregou-me o Secretariado Pastoral da Arquidiocese do Rio de Janeiro e, ao mesmo tempo, uma paróquia em São Conrado. Lá é onde está a grande favela da Rocinha. E, um belo dia o Cardeal telefona-me e diz: "Venha procurar-me, pois quero falar com você". Fui e ele me disse: "A nunciatura está dizendo que você foi eleito bispo". Tomei um susto. Eu respondi: "Eu sou padre, não sou um intelectual. Não sou uma pessoa preparada para a missão de Bispo". E, ele me respondeu: "Nós já estamos trabalhando juntos há dez anos. Conheço seus defeitos. Mas, dá para ser bispo e eu quero uma resposta". Eu disse que queria um tempo para pensar. Fomos conversando e eu disse: "Seja feita a Vontade de Deus". A sagração foi no dia 24 de agosto. Foi uma coisa linda. A Catedral estava muito cheia. O caminho da evangelização passa pela renúncia de muita coisa que dá espaço para acolher sempre o sopro do Espírito Santo.


BC: Se para ser um católico hoje é necessário haver renúncia, como deve ser o perfil daquele que deseja seguir Jesus, testemunhar e ser luz do mundo?

Dom Lessa: Antes de tudo para ser um cristão você tem que amar. Se é por amor, a vida transborda e constrói. E, esta vida em Cristo retorna e ressuscita você sempre. É algo importante saber que a renúncia é uma face da medalha que é a Cruz. A outra face, realmente, é o amor. Na renúncia você exercita o amor. Não há maior amor que dar a vida. Se queremos realmente uma comunhão profunda com Deus, não podemos vivê-la deixando de lado nossos irmãos, deixando de lado a Igreja, pois ela, na terra é a expressão de vida de Deus, que é comunidade entre três pessoas na Trindade. Portanto, o perfil do cristão é alguém que crê que Deus ama por primeiro e que esse amor se fez palpável na pessoa de Jesus. Então, a fé em Jesus, em acolher esse amor de Deus precisa ser a resposta daquele que quer seguir a Deus. Nesse momento, por exemplo, eu estou sendo uma resposta do amor de Deus para você e você é uma resposta desse mesmo amor para mim.  Amar o próximo como a si mesmo.  

O discípulo de Cristo não pode se enganar: "Quem quiser ser meu discípulo, renuncie a si mesmo e tome a sua cruz", aquela de cada dia, de cada momento.

O mundo hoje não quer saber de palavras, ele está cheio de palavras. O mundo quer saber do nosso testemunho, da nossa experiência. Palavras muita gente diz, meditações bonitas muita gente faz. O importante é saber se a nossa vida corresponde.


O conjunto aponta para um Episcopado em contínua tensão à UNIDADE: "PAI QUE TODOS SEJAM UM".

O fundo azul e a flor de Liz representam MARIA em seu virginal silêncio de amor. Maria, em condição indispensável para que nela, por obra do Espírito, o Verbo se fizesse carne, e, Ela desse Deus à humanidade da Trindade.

A Cruz em cima, perpassando de modo escondido todo azul de Maria, e, reaparecendo com sua haste em baixo, é sinal, e, manifesta o Ministério de um Deus: Jesus que redimiu antes Maria e por amor mergulhou na nossa humanidade decaída, fazendo-se um de nós, injetando em nós a medicina do amor misericordioso de Deus para nos transformar em outras Marias: pessoas imaculatizadas. Jesus crucificado e Abandonado penetrou na nossa humanidade (no nosso ser frágil, decaído, chagado, brigado com Deus e condenado), nos perdoou, nos curou, nos reconciliou com Deus e nos encheu com a plenitude do Espírito Santo, nos transformando em Maria: a nova criatura.

Lema Episcopal

"FRACO COM OS FRACOS"
(Fragilis cum Fragilibus)

É o lema escolhido pelo Arcebispo de Aracaju, que inspira e perpassa todo o ser e o agir do Pastor.

A fraqueza, é elemento constitutivo de cada pessoa. Também em Jesus, ela se manifestou como condição para que ele vivesse o amor maior: dar mais de Deus imolando a própria vida. Nela e por ela, patrimônio da humanidade, Jesus se fez solidário com cada homem e mulher. Seu amor atraiu todos a Deus. De muitos e diversos fez um povo ligado pelo espírito. A sua missão ainda continua na história.

Você e eu somos convidados a preferir a fraqueza de Jesus que em nós se manifesta, nela "nos gloriarmos".

Assim contribuímos para que a Seiva de Deus penetre em toda humanidade transformando-a em uma só família, a partir da riqueza da graça que jorra da cruz preferida, amada e abraçada pelos cristãos.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Japaratuba celebra os 20 anos de vida sacerdotal do Padre Jânison de Sá

No último dia 17 (Segunda-Feira), a Paróquia Nossa Senhora da Saúde celebrou 20 anos de vida sacerdotal do Padre Jânison de Sá. 

Japaratuba é uma das cidades onde o Padre Jânison exerceu o seu ministério

Japaratuba fica na Diocese de Propriá


Coral do Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição



Os fiéis, agradecidos pelo fecundo ministério do Padre Jânison nesta Paróquia, prepararam homenagens.




Seminaristas e padres

domingo, 26 de julho de 2015

Início das atividades formativas - 2º semestre / 2015 - Nota


O Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição retomará suas atividades formativas do ano de 2015 a partir desta segunda (27).

Desde já, o Seminário deseja boas-vindas aos seminaristas.

*Os seminaristas terão que chegar até às 12h. 

Que a Virgem Imaculada nos guie em nossa caminhada vocacional! Amém.

domingo, 3 de maio de 2015

Congresso Concílio Vaticano II - 3º dia

Dom Giovanni Crippa iniciou o terceiro dia do Congresso com a celebração da Santa Missa. O Bispo diocesano de Estância/SE lembrou o frescor trazido pelo Concílio Vaticano II, assinalando um constante retomar das diretrizes propostas pelas definições conciliares.

Às 09h, uma “mesa redonda” discutiu a Lumen Gentium (sobre a Igreja), participaram desta discussão o Professor Doutor Anderson de Alencar Menezes (UFAL/FACESTA), o Padre Especialista José Genivaldo Garcia (Arquidiocese de Aracaju), a Professora Especialista Maria de Fátima Morais Silva Almeida, o Professor Mestre Dionísio de Almeida Neto e o Padre Especialista Manoel Barbosa Santos (Arquidiocese de Aracaju).


Pela tarde, foram ministrados minicursos sobre os documentos do Vaticano II. Os participantes, no ato da inscrição, puderam escolher o documento que mais lhes chamavam à atenção; todos os documentos foram apresentados. 

Em seguida, o teólogo Ratzinger foi apresentado pelo Padre Bruno Igor Oliveira Cavalcante, da Diocese de Palmeira dos Índios/AL.


O Padre Doutor (Teologia Moral) Pedro Moraes Brito Júnior (Arquidiocese de Feira de Santana/BA) em sua comunicação teológica.

Congresso Concílio Vaticano II - Último dia

O último dia do Congresso trouxe Henri de Lubac para discussão, este teólogo foi apresentado pelo Padre Especialista Fagner Santos de Oliveira (Diocese de Estância/SE).


Logo depois, o Padre Doutor Jânison de Sá expôs em linhas gerais a dimensão da Palavra de Deus na Iniciação à  vida cristã.

O Padre Jânison é Reitor deste Seminário.

A última conferência do Congresso tratou da Gaudium et Spes. O Professor Doutor José Rodorval Ramalho (Universidade Federal de Sergipe) conduziu o tema, a mediação ficou por conta do Professor Camilo, Sociólogo e Professor de Doutrina social da Igreja no Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição. 



Às 11h30 o Arcebispo de Aracaju, Dom José Palmeira Lessa, presidiu a Santa Missa, encerrando o Congresso.

Dom Mário Rino Sivieri (Bispo da diocese de Propriá) concelebrou



Esta assembleia é a primeira no estado de Sergipe a se reunir em Congresso para discutir o Concílio Vaticano II. O evento reuniu 250 pessoas, vindas de todo o Nordeste.

Padre Videlson (coordenador do evento) saudou e agradeceu a todos que contribuíram para o sucesso do Congresso.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Congresso Concílio Vaticano II - 2º dia

Mais um dia de atualizações e aprendizados guiados pelo Espírito Santo, verdadeiro protagonista do Concílio Vaticano II. O segundo dia do Congresso Concílio Vaticano II foi iniciado com a Santa Missa celebrada por Dom Mário Rino Sivieri, Bispo da diocese de Propriá, contando com as presenças dos bispos Dom Armando Bucciol, Dom José Maria Pires e Dom José Palmeira Lessa como concelebrantes.


Em seguida, a conferência sobre a Sacrossanctum Concilium, com Dom Armando Buccio, elucidou a importância do Concílio para a Sagrada Liturgia. O Bispo destacou que as celebrações litúrgicas não devem se transformar em mecanismos de sedução, ele lembrou que a celebração católica deve se caracterizar pela condução a Jesus Cristo. 

Ainda pela manhã, o Pe. Ms. Helenon Bezerra dos Anjos discorreu sobre a influência do pensamento de Karl Rahner, teólogo de grande influência no Concílio Vaticano II. 

O Pe. Ms. José Wilson Andrade postulou acerca da contribuição do Pe. Ibiapina e de Antônio Conselheiro naquele período de mudança.

Pela tarde, uma "mesa redonda" discutiu a Encíclica Dei Verbum (Revelação Divina), com a participação de Ir. Ms. Ivete Holthmam, Pe. Videlson Teles e Pe. Carlos Henrique como mediador.

Seguindo a programação, o Padre Isaías Nascimento discorreu sobre a participação dos bispos de Sergipe na época discutida (durante o Concílio). 

E por fim, ao cair da tarde, o tão esperado e emocionante testemunho de Dom José Maria Pires, um dos bispos brasileiros participantes do Concílio Vaticano II. 

Assim, finalizou-se o segundo dia do Congresso com um cativante jantar nordestino.


Dom José Palmeira Lessa, Dom José Maria Pires, Dom Mário Rino Sivieri e Dom Armando Bucciol.





Dom Armando Bucciol - Conferência sobre a Sacrossanctum Concilium / O Padre Rodrigo Fraga, da Diocese de Estância, mediou as inserções.
Pe. Ms. Helelon Bezerra postulando sobre o pensamento de Karl Rahner


Pe. Ms. José Wilson discorre sobre o Pe. Ibiapina e Antônio Conselheiro


Debate sobre a Revelação Divina com Pe. Videlson Teles, Pe. Carlos Henrique e Ir. Ivete Holthmam.
Pe. Isaias postulando sobre a participação dos Bispos de Sergipe no Concílio Vaticano II.
Dom José Maria Pires - testemunho sobre a sua participação no Concílio Vaticano II.
Dom José Maria Pires - Arcebispo emérito da Paraíba-PB