quinta-feira, 28 de abril de 2016

OSIB-NE III promove curso para formadores e diretores espirituais de seminários e institutos.

Formadores participantes do curso
A consciência da formação continuada é de suma importância na vida dos presbíteros, especialmente para formadores de seminários e institutos formativos.
Em virtude disso, nos dias 25, 26 e 27 de abril de 2016, os padres formadores e diretores espirituais do Regional  Nordeste III reuniram-se para o curso semestral promovido pela Organização dos Seminários e Institutos do Brasil (OSIB-NE III), no Centro de Treinamento de Líderes de Itapuã, da Arquidiocese de Salvador.
Participaram doze Dioceses, representadas por meio de vinte e cinco formadores e diretores espirituais. Ainda, estiveram presentes Dom Gilson Andrade da Silva, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Salvador e referencial da OSIB-NE III, Pe. Manoel Augusto Santos dos Santos, da Arquidiocese de Porto Alegre, que assessorou o curso, bem como o representante do COMIRE, Pe. Marcos Alcântara.
Nos dois primeiros dias, foi refletido o tema da Direção Espiritual, nos quais o assessor tratou com maestria a temática, fundamentando nos aspectos espirituais, teológicos, morais, fazendo ponte com as ciências humanas. Estruturou o curso nas seguintes questões: "Formar quando? Formar quem? Formar para o quê? e Formar o que?" O padre Manoel Augusto sinalizou a importância da Direção Espiritual como espaço privilegiado de síntese, de integralização do seminarista no seu caminho formativo. 

Por fim, no último dia, foram tratados assuntos pertinentes como a Formação Missionária para seminaristas e formadores, como também foram feitos alguns encaminhamentos para a caminhada da OSIB-NE III no ano de 2017.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

domingo, 27 de março de 2016

Mensagem de Páscoa - ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS


"No primeiro dia da semana, bem cedo, estando ainda escuro, Maria Madalena chegou ao sepulcro e viu que a pedra da entrada tinha sido removida." (Jo 20,1)
Hoje, neste dia Santo, revivemos o maior mistério de nossa fé: o Cristo que venceu a morte. Todo o tempo Pascal nos impele a meditarmos a Ressurreição do Senhor. Somos colocados neste mistério a fim de renovar nossa fé, na certeza de que esta não nasce do simples fato de haver um sepulcro vazio ou de alguns anjos haverem anunciado: nossa fé nasce do encontro com Aquele que está vivo, com Aquele que desamarrou a humanidade dos laços do pecado e da morte. Por isso, neste tempo santo não relembrarmos a experiência que os discípulos tiveram com o Senhor Ressuscitado, mas revivemos o Mistério Pascal com toda sua intensidade no hoje de nossa vida e vemos o quanto essa experiência com o Senhor que vive tem sentido ainda hoje para nós.
 Este dia Santo de Pascoa nos leva a crer que o Senhor não está preso ao passado: ele tem um corpo ressuscitado que não está limitado no tempo e no espaço, propriedades que degradam nossa humanidade. O Senhor está vivo: “Ele está no meio de nós”. Essa afirmação que fazemos em cada celebração eucarística deve neste tempo Santo ganhar toda a sua força. É nisso que cremos, é por isso que rezamos, e é por esta certeza que não sucumbimos na dor: porque cremos que Aquele que nos deu a vida está no meio de nós. Na dor ou na alegria: Ele está no meio de nós.
Deixemo-nos conduzir pelo Espírito Santo que nos foi dado, ouçamos o testemunho daqueles que experimentaram o Senhor, vejamos como suas vidas foram transformadas. A história mostra que essa experiência não se reduz aos primeiros discípulos, pois ela está repleta do testemunho de homens transformados pelo Senhor da Vida. A vida ilimitada do Ressuscitado se reflete na vida de tantos santos de ontem e de hoje. Eles experimentaram porque creram que o Senhor está no meio de nós, Ele não ficou preso às amarras da morte.
 Esta presença de Jesus Ressuscitado será mais sentida a medida que aprofundarmos o sentido do nosso Batismo: ao sermos mergulhados nas águas batismais, somos inseridos, imersos na vida do Filho de Deus, morremos com Cristo pra ressurgirmos com Ele. Porque, pela força do Espírito, o Senhor se faz presente em nós e nós Nele. E se estamos no Senhor, como os ramos está na Videira, a vida do Senhor será a nossa vida. Logo, também nossa vida não será reduzida a um sepulcro. Pois no nosso Batismo o Senhor nos chamou pelo nome, assim como chamou à Lázaro (cf. Jo 11,44). Isso nos leva a alegria de proclamar: Nossa Vida é de Cristo. Assim, pela fé, pela comunhão com o Senhor Ressuscitado, mesmo em meio aos dramas existenciais, nossa vida poderá dar os sinais de eternidade colocados em nós em nosso Batismo, ou seja, somente unidos ao Filho e crendo n'Ele, a vida divina que está em nós pode dar frutos e levar outros também à experiência com Aquele que está no meio de nós.
Que a certeza da presença do Senhor Ressuscitado encha nossos corações de alegria, de uma alegria que supera todo tempo e espaço, toda dor e sofrimento, e que encha nossos corações de esperança, mas de uma esperança eterna: Cristo Jesus Ressuscitado. O Senhor está vivo no hoje da história, seu mistério Pascal se faz presente em cada dia: ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS. Creiamos e experimentaremos...

Feliz e Santa Páscoa!






Sem. Manoel Messias
Diocese de Estância/SE
3º Ano de Teologia

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Posse do Vice-Reitor e Acolitato de seminaristas

Dom José Palmeira Lessa, padres Concelebrante juntamente com os seminaristas Josivaldo e Anderson Gomes

No dia 17 de fevereiro, na Capela do Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição, o senhor Arcebispo Metropolitano de Aracaju, Dom José Palmeira Lessa presidiu a Santa Missa. Na oportunidade, ele deu posse oficialmente ao Pe. Christiano Silvestre como Vice-Reitor da Filosofia e conferiu o ministério de Acólito aos seminaristas Anderson Gomes e Josivaldo Nivaldo.
            Estiveram presentes na Celebração Eucarística, os formadores do seminário, outros sacerdotes, seminaristas, religiosas, familiares dos novos acólitos e a participação de fiéis advindos
da Paróquia de Santa Luzia - Bairro Luzia.
No início da celebração, Dom Lessa acolheu a todos os seminaristas para esse novo ano formativo e em seguida o Pe. Christiano Silvestre professou sua fé no Credo da Igreja e fez o juramento de fidelidade.
Profissão de fé e Juramento de fidelidade do Pe. Christiano Silvestre
            Na homilia, o Arcebispo deixou sua mensagem quaresmal para a comunidade seminarística e também para os fiéis que ali se encontravam, dizendo que: “Precisamos viver verdadeiramente esse tempo propício que a Igreja nos convida, não podemos ficar acomodados vendo o tempo passar sem nenhuma atitude.”
Também, dirigiu algumas palavras ao novo vice-reitor da filosofia e aos seminaristas que iam receber o ministério de acolitato, encorajando-os no serviço a Nosso Senhor Jesus Cristo.
Oração de benção para os novos acólitos

            Após a oração pós-comunhão, o seminarista Josivaldo externou para toda a comunidade a alegria e gratidão dele e do seminarista Anderson Gomes por mais um passo dado na caminhada vocacional, agradecendo ao Sr. Arcebispo pela paternidade e o zelo que tem pelas vocações; agradeceu também aos formadores, aos irmãos seminaristas e a todos que rezam pelas vocações.


Em seguida, o novo vice-reitor Pe. Christiano Silvestre dirigiu seus agradecimentos ao Sr. Arcebispo pelo convite e confiança nesse nova missão que lhe foi confiada, aos formadores, a comunidade seminarística, as religiosas e a todos os fiéis e amigos da Paróquia Santa Luzia – Bairro Luzia, por se fazerem presentes.

O magnífico reitor Pe. Jânison de Sá, em nome dos formadores, fez a acolhida oficial do vice-reitor ao corpo formativo desejando que juntos possam realizar um trabalho em comunhão. 

Clique Aqui e confira mais fotos da celebração.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

INÍCIO DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS


Pe. valterwan


Na última segunda-feira, 15, de fevereiro o Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição, através da Direção acadêmica realizou a aula inaugural que abre o calendário de atividades acadêmicas nesta casa de formação. Estavam presentes nesta ocasião além de todos os seminaristas desta casa, os padres formadores e também alguns professores dos cursos de Filosofia e Teologia.

Na oportunidade fora convidado o Padre Valterwan Correa Cruz da Arquidiocese de Aracaju, para ministrar uma conferência a respeito da mais recente encíclica papal “Laudato Si”. O Padre, de forma clara e sucinta, fizera um apanhado histórico retomando os acontecimentos da história recente da Igreja, desde o Concílio Vaticano II até os dias atuais. Posto isso, apresentou o conteúdo da encíclica comentando os seus pontos chave.


Assim, “a formação intelectual dos jovens que aspiram ao sacerdócio visa oferecer sólidos fundamentos doutrinais, que capacitem o sacerdote para anunciar com competência o Evangelho e para responder aos grandes desafios que lhe apresenta o mundo atual. Por esta razão é necessário que os estudos do Seminário e dos centros de formação religiosa mirem oferecer bases firmes, a partir da Revelação e do magistério da Igreja, que devem ser acolhidos com a obediência da fé”[1].
Padre Valterwan durante sua explanação.

Em nome da comunidade, o seminarista Lucas Pires fez os agradecimentos ao Pe. valterwan pela conferência realizada.





Notas: 

[1] PONTIFÍCIA COMISSÃO PARA A AMÉRICA LATINA, “A Formação Sacerdotal nos Seminários” (2009). Disponível em: http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cbishops/pcal/documents/rc_cbishops_pcal_20090220_pastorale_po.html#_ftn14

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2016


brasão do Papa Francisco
Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2016
“Prefiro a misericórdia ao sacrifício” (Mt 9, 13).
As obras de misericórdia no caminho jubilar
1. Maria, ícone duma Igreja que evangeliza porque evangelizada
Na Bula de proclamação do Jubileu, fiz o convite para que «a Quaresma deste Ano Jubilar seja vivida mais intensamente como tempo forte para celebrar e experimentar a misericórdia de Deus» (Misericordiӕ Vultus, 17). Com o apelo à escuta da Palavra de Deus e à iniciativa «24 horas para o Senhor», quis sublinhar a primazia da escuta orante da Palavra, especialmente a palavra profética. Com efeito, a misericórdia de Deus é um anúncio ao mundo; mas cada cristão é chamado a fazer pessoalmente experiência de tal anúncio. Por isso, no tempo da Quaresma, enviarei os Missionários da Misericórdia a fim de serem, para todos, um sinal concreto da proximidade e do perdão de Deus.
Maria, por ter acolhido a Boa Notícia que Lhe fora dada pelo arcanjo Gabriel, canta profeticamente, no Magnificat, a misericórdia com que Deus A predestinou. Deste modo a Virgem de Nazaré, prometida esposa de José, torna-se o ícone perfeito da Igreja que evangeliza porque foi e continua a ser evangelizada por obra do Espírito Santo, que fecundou o seu ventre virginal. Com efeito, na tradição profética, a misericórdia aparece estreitamente ligada – mesmo etimologicamente – com as vísceras maternas (rahamim) e com uma bondade generosa, fiel e compassiva (hesed) que se vive no âmbito das relações conjugais e parentais.
2. A aliança de Deus com os homens: uma história de misericórdia
O mistério da misericórdia divina desvenda-se no decurso da história da aliança entre Deus e o seu povo Israel. Na realidade, Deus mostra-Se sempre rico de misericórdia, pronto em qualquer circunstância a derramar sobre o seu povo uma ternura e uma compaixão viscerais, sobretudo nos momentos mais dramáticos quando a infidelidade quebra o vínculo do Pacto e se requer que a aliança seja ratificada de maneira mais estável na justiça e na verdade. Encontramo-nos aqui perante um verdadeiro e próprio drama de amor, no qual Deus desempenha o papel de pai e marido traído, enquanto Israel desempenha o de filho/filha e esposa infiéis. São precisamente as imagens familiares – como no caso de Oseias (cf. Os 1-2) – que melhor exprimem até que ponto Deus quer ligar-Se ao seu povo.
Este drama de amor alcança o seu ápice no Filho feito homem. N’Ele, Deus derrama a sua misericórdia sem limites até ao ponto de fazer d’Ele a Misericórdia encarnada (cf. Misericordiӕ Vultus, 8). Na realidade, Jesus de Nazaré enquanto homem é, para todos os efeitos, filho de Israel. E é-o ao ponto de encarnar aquela escuta perfeita de Deus que se exige a cada judeu pelo Shemà, fulcro ainda hoje da aliança de Deus com Israel: «Escuta, Israel! O Senhor é nosso Deus; o Senhor é único! Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças» (Dt 6, 4-5). O Filho de Deus é o Esposo que tudo faz para ganhar o amor da sua Esposa, à qual O liga o seu amor incondicional que se torna visível nas núpcias eternas com ela.
Este é o coração pulsante do querigma apostólico, no qual ocupa um lugar central e fundamental a misericórdia divina. Nele sobressai «a beleza do amor salvífico de Deus manifestado em Jesus Cristo morto e ressuscitado» (Evangelii gaudium, 36), aquele primeiro anúncio que «sempre se tem de voltar a ouvir de diferentes maneiras e aquele que sempre se tem de voltar a anunciar, duma forma ou doutra, durante a catequese» (Ibid., 164). Então a Misericórdia «exprime o comportamento de Deus para com o pecador, oferecendo-lhe uma nova possibilidade de se arrepender, converter e acreditar» (Misericordiӕ Vultus, 21), restabelecendo precisamente assim a relação com Ele. E, em Jesus crucificado, Deus chega ao ponto de querer alcançar o pecador no seu afastamento mais extremo, precisamente lá onde ele se perdeu e afastou d’Ele. E faz isto na esperança de assim poder finalmente comover o coração endurecido da sua Esposa.
3. As obras de misericórdia
A misericórdia de Deus transforma o coração do homem e faz-lhe experimentar um amor fiel, tornando-o assim, por sua vez, capaz de misericórdia. É um milagre sempre novo que a misericórdia divina possa irradiar-se na vida de cada um de nós, estimulando-nos ao amor do próximo e animando aquilo que a tradição da Igreja chama as obras de misericórdia corporal e espiritual. Estas recordam-nos que a nossa fé se traduz em actos concretos e quotidianos, destinados a ajudar o nosso próximo no corpo e no espírito e sobre os quais havemos de ser julgados: alimentá-lo, visitá-lo, confortá-lo, educá-lo. Por isso, expressei o desejo de que «o povo cristão reflicta, durante o Jubileu, sobre as obras de misericórdia corporal e espiritual. Será uma maneira de acordar a nossa consciência, muitas vezes adormecida perante o drama da pobreza, e de entrar cada vez mais no coração do Evangelho, onde os pobres são os privilegiados da misericórdia divina» (Ibid., 15). Realmente, no pobre, a carne de Cristo «torna-se de novo visível como corpo martirizado, chagado, flagelado, desnutrido, em fuga… a fim de ser reconhecido, tocado e assistido cuidadosamente por nós» (Ibid., 15). É o mistério inaudito e escandaloso do prolongamento na história do sofrimento do Cordeiro Inocente, sarça ardente de amor gratuito na presença da qual podemos apenas, como Moisés, tirar as sandálias (cf. Ex 3, 5); e mais ainda, quando o pobre é o irmão ou a irmã em Cristo que sofre por causa da sua fé.
Diante deste amor forte como a morte (cf. Ct 8, 6), fica patente como o pobre mais miserável seja aquele que não aceita reconhecer-se como tal. Pensa que é rico, mas na realidade é o mais pobre dos pobres. E isto porque é escravo do pecado, que o leva a utilizar riqueza e poder, não para servir a Deus e aos outros, mas para sufocar em si mesmo a consciência profunda de ser, ele também, nada mais que um pobre mendigo. E quanto maior for o poder e a riqueza à sua disposição, tanto maior pode tornar-se esta cegueira mentirosa. Chega ao ponto de não querer ver sequer o pobre Lázaro que mendiga à porta da sua casa (cf. Lc 16, 20-21), sendo este figura de Cristo que, nos pobres, mendiga a nossa conversão. Lázaro é a possibilidade de conversão que Deus nos oferece e talvez não vejamos. E esta cegueira está acompanhada por um soberbo delírio de omnipotência, no qual ressoa sinistramente aquele demoníaco «sereis como Deus» (Gn 3, 5) que é a raiz de qualquer pecado. Tal delírio pode assumir também formas sociais e políticas, como mostraram os totalitarismos do século XX e mostram hoje as ideologias do pensamento único e da tecnociência que pretendem tornar Deus irrelevante e reduzir o homem a massa possível de instrumentalizar. E podem actualmente mostrá-lo também as estruturas de pecado ligadas a um modelo de falso desenvolvimento fundado na idolatria do dinheiro, que torna indiferentes ao destino dos pobres as pessoas e as sociedades mais ricas, que lhes fecham as portas recusando-se até mesmo a vê-los.
Portanto a Quaresma deste Ano Jubilar é um tempo favorável para todos poderem, finalmente, sair da própria alienação existencial, graças à escuta da Palavra e às obras de misericórdia. Se, por meio das obras corporais, tocamos a carne de Cristo nos irmãos e irmãs necessitados de ser nutridos, vestidos, alojados, visitados, as obras espirituais tocam mais directamente o nosso ser de pecadores: aconselhar, ensinar, perdoar, admoestar, rezar. Por isso, as obras corporais e as espirituais nunca devem ser separadas. Com efeito, é precisamente tocando, no miserável, a carne de Jesus crucificado que o pecador pode receber, em dom, a consciência de ser ele próprio um pobre mendigo. Por esta estrada, também os «soberbos», os «poderosos» e os «ricos», de que fala o Magnificat, têm a possibilidade de aperceber-se que são, imerecidamente, amados pelo Crucificado, morto e ressuscitado também por eles. Somente neste amor temos a resposta àquela sede de felicidade e amor infinitos que o homem se ilude de poder colmar mediante os ídolos do saber, do poder e do possuir. Mas permanece sempre o perigo de que os soberbos, os ricos e os poderosos – por causa de um fechamento cada vez mais hermético a Cristo, que, no pobre, continua a bater à porta do seu coração – acabem por se condenar precipitando-se eles mesmos naquele abismo eterno de solidão que é o inferno. Por isso, eis que ressoam de novo para eles, como para todos nós, as palavras veementes de Abraão: «Têm Moisés e o Profetas; que os oiçam!» (Lc 16, 29). Esta escuta activa preparar-nos-á da melhor maneira para festejar a vitória definitiva sobre o pecado e a morte conquistada pelo Esposo já ressuscitado, que deseja purificar a sua prometida Esposa, na expectativa da sua vinda.
Não percamos este tempo de Quaresma favorável à conversão! Pedimo-lo pela intercessão materna da Virgem Maria, a primeira que, diante da grandeza da misericórdia divina que Lhe foi concedida gratuitamente, reconheceu a sua pequenez (cf. Lc 1, 48), confessando-Se a humilde serva do Senhor (cf. Lc 1, 38).
Vaticano, 4 de Outubro de 2015
Festa de S. Francisco de Assis
FRANCISCUS

sábado, 6 de fevereiro de 2016

RETIRO ESPIRITUAL 2016/1



Seminaristas e formadores após o término do Retiro

O Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição realizou entre os dias 1 e 4 de fevereiro o retiro espiritual semestral para os seus seminaristas na pousada do padre, no povoado Porto do mato em Estancia/SE, abrindo assim as atividades formativas do ano de 2016. Desta vez, o retiro fora orientado pelo Revmo. Pe. Humberto da Silva, vigário Geral da Diocese de Estância e Diretor espiritual do seminário. Em suas colocações o padre Humberto fez questão de frisar que “o olhar misericordioso de Deus sobre nós e nosso processo vocacional”, seria o fio condutor das meditações. Em sintonia com toda a Igreja neste ano da misericórdia, meditamos acerca do tema: “Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. ” (Mt 5, 7). Assim, os seminaristas foram conduzidos a refletir sobre a ação do amor de Deus em suas vidas.
A programação contou com momentos de oração com a liturgia das horas, reflexão mediada pelo pregador, deserto, Lectio Divina, momento Mariano, adoração, além do ápice da vida Cristã, a saber, a celebração do santo Sacrifício da Missa.
Seminarista no momento de Deserto
O retiro é sempre um momento extremamente profundo para a vida daqueles que se colocam a disposição na escola de Jesus, ouvindo assim o apelo do mestre “vinde sozinhos a um lugar deserto e descansai um pouco. ” (Mt 6, 31). De início, o padre pregador exortava aos seminaristas a deixarem-se surpreender por Deus. Dizia ainda citando Anselm Grun, que: “ Não são as virtudes que abrem o acesso a Deus, mas a fraqueza humana. ”
Seminarista no momento de Deserto
Ora, a “ misericórdia é o caminho que une Deus e o homem, porque nos abre o coração à esperança de sermos amados sempre, apesar da limitação do nosso pecado. ” (Misericordiae Vultus). Tal qual a parábola do Bom Samaritano (Cf. Lc 10, 30-37), os seminaristas foram chamados a passar da Miséria à Misericórdia; a Conhecer-se e a conhecer o Senhor como Natanael assim o fez (Cf. Jo 1, 43-51), Mas também a enxergar os altos e baixos de um discípulo de Jesus, na figura de Pedro (Cf. Mt 14, 24-33), concluía “Ele (Pedro) não teme porque se afunda, mas se afunda porque teme.” (Pe. Humberto). Na sua última meditação, o padre dedicou especial atenção a Nossa Senhora, a “Mãe da Misericórdia.” Ele citou o Papa Francisco na Misericordiae Vultus, “... Ninguém como Maria, conheceu a profundidade do mistério de Deus feito homem... A mãe do Crucificado Ressuscitado entrou no santuário da misericórdia divina, porque participou intimamente do mistério do seu amor. ”
Por fim, motivados pela exortação a recomeçar sempre, não tendo nada como pressuposto, sempre recomeçar a partir de Cristo, os seminaristas retornaram ao seminário para dar continuidade ao processo de formação.

Confira mais fotos dos nosso retiro em: https://www.facebook.com/seminario.dearacaju?ref=ts&fref=ts


Fonte: ASCOM 

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

SEMINARISTAS DO SEMINÁRIO MAIOR RETOMAM AS ATIVIDADES



Com a Celebração Eucarística presidida pelo Magnífico Reitor Pe. Jânison de Sá Santos, deu-se início ao ano formativo de 2016 do Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição. 
Depois de um período de férias, os seminaristas retornaram hoje ao seminário para a continuação do itinerário formativo rumo a consagração total a Deus através do sacramento da Ordem. 
Na homilia da Celebração Eucarística, o reitor, comentando o texto de Mc 5, 1-20, exortou aos seminaristas que  "como o possuído correu apressadamente para ver Jesus, que também nós corramos para o encontro com o mestre. E que a partir deste encontro possamos  testemunhá-Lo  com a nossa vida." Lembrou ainda aos seminaristas que o estar no seminário é estar na escola de Jesus. Que este tempo formativo é o momento de aprendermos os ensinamentos do Mestre. 
Para este ano formativo de 2016, o seminário contará com 71 seminaristas advindos das três dioceses da Província Eclesiástica de Aracaju: Arquidiocese de Aracaju, Diocese de Estância e Diocese de Propriá; como também das dioceses de Palmeira dos Índios e Penedo, ambas do estado de Alagoas.
Ainda hoje, os seminaristas e os padres formadores se deslocarão para a Pousada Porto do Mato – Estância, onde ficarão em retiro até a sexta-feira, dia 05 do corrente mês. O retiro será conduzido pelo Reverendíssimo Pe. Humberto da Silva, Vigário Geral e Pároco da Catedral de Estância.  

Fonte: ASCOM

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Início das atividades formativas / 2016 - Nota

 
O Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição iniciará suas atividades formativas do ano de 2016 a partir desta Segunda (01). Os formandos terão que chegar até às 12h. 

Desde já, o Seminário deseja boas-vindas aos seminaristas.

Que a Virgem Imaculada nos guie em nossa caminhada vocacional! Amém.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Término da Pastoral de férias 2015

A celebração eucarística teve início na manhã do último dia 21, às 10h.


Padre Bernadino (Vigário episcopal) proclama o Evangelho.



Dom José Palmeira Lessa presidiu a celebração, concelebrada pelos formadores do Seminário Maior e pelos padres que acolheram os seminaristas nesta pastoral.





sábado, 5 de dezembro de 2015

Pastoral de Férias 2015 - Arquidiocese de Aracaju


A Santa Missa (de envio) foi celebrada no último dia 4. O Padre Bernadino (Vigário episcopal) presidiu a celebração, concelebrada pelos formadores do Seminário Maior e pelos padres que acolheram os seminaristas nesta pastoral.

Os seminaristas realizam a pastoral no setor norte/oeste.

Benção de envio

A Pastoral de Férias dura aproximadamente vinte dias. Durante este tempo, os seminaristas são orientados pelos padres em diversas atividades pastorais.

sábado, 28 de novembro de 2015

Santa Missa em ação de graças pela formatura do 4º ano de Teologia

Nesta última noite, os concludentes do curso de Teologia celebraram o término desta etapa formativa com a Santa Missa, presidida pelo Arcebispo Coadjutor Dom João José Costa.







Concelebraram os Padres Jânison (Reitor), Vadson (Vise-Reitor), José Farias (Patrono da Turna), Alan (Vice-Reitor do Seminário Propedêutico), Christiano Silvestre (Vice-Reitor) e Carlos Henrique (Ecônomo). 

A formanda Nildete lê a 1º leitura da Santa Missa.

O Salmo oi cantado pelo Seminarista Elesandro (Diocese de Estância).

O Diácono Jhonny (Da Ordem dos Capuchinhos) proclama o Evangelho.




Oração da Assembleia - Seminarista Bruno (Diocese de Estância)







Os agradecimentos foram lidos pelo Seminarista Manoel Sabino (Diocese de Penedo).

(À esquerda) Professor Ginaldo (Diretor pedagógico)

Entrega dos diplomas:


Seminarista Adriano (Arquidiocese de Aracaju) - Dom João Costa

Padre Jânison - Seminarista Antônio Everton (Diocese de Estância)

Padre Carlos Henrique - Seminarista Bruno

Padre Vadson  - Seminarista Deivid Marckai (Diocese de Propriá)

Seminarista Dennysson Malaquias (Arquidiocese de Aracaju)  - Padre José Farias

Padre Alan - Seminarista Elesandro

Seminarista Erivaldo (Arquidiocese de Aracaju) - Padre Christiano 

Seminarista Gustavo (Diocese de Propriá) - Dom João

Padre Jânison - Seminarista Jacyel (Diocese de Palmeira dos Índios - AL)

José Barbosa - Padre Carlos Henrique

Padre Vadson - Seminarista José Góis (Arquidiocese de Aracaju)

Padre José Farias - Seminarista Uellinton (Diocese de Estância)

Diácono Frei Jhonny - Padre Alan

Seminarista Manoel Sabino (Diocese de Penedo - AL) - Padre Christiano

Seminarista Marcelo (Diocese de Palmeira dos Índios - AL) - Dom João

Dona Nildete - Padre Jânison

Seminarista Ricardo - Padre Carlos Henrique

Padre Vadson - Seminarista Thiago Soares (Diocese de Palmeira dos Índios - AL)

Padre Farias - Seminarista Vanderley (Diocese de Penedo - AL)



Descerramento da Placa de Formatura