segunda-feira, 26 de setembro de 2011

DIMENSÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICO DE ARACAJU CELEBRA SEU I CONGRESSO ARQUIDIOCESANO

Aconteceu nos dias 23, 24 e 25 de setembro, o I Congresso Arquidiocesano Bíblico-Catequético, com o tema: "Iniciação à vida Cristã: passo a passo o caminho se faz", e com lema: "Isto é o pão que o Senhor vos dá para comer." (Ex 16, 15). 
Realizou-se no Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição, envolvendo todos os catequistas de crisma, primeira comunhão e do batismo; também, sacerdotes, diáconos e seminaristas da Arquidiocese de Aracaju e dioceses circunvizinhas.
A programação do Congresso estava recheada de palestras, minicursos, oração, Santa Missa, Animação, coreografias e com um grande show de Ghislaine Cantini, cantora carioca.
Participaram mais de 300 pessoas de 53 paróquias durante todo o evento, ouvindo as palestra do padre Anderlan Fernandes, assessor da Dimensão Bíblico-Catequética da Arquidiocese de Aracaju; do padre Jânison de Sá Santos, reitor do Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição; e, por fim, a Lectio Divina do capítulo 16, do livro do Êxodo, feita por Dom Henrique Soares.

VEJAM ALGUMAS FOTOS:



 



















O I Congresso Arquidiocesano Bíblico-Catequético teve por objetivos:

- Aprofundar o conhecimento do processo de Iniciação à vida cristã com inspiração catecumenal como caminho possível a uma formação cristã consciente e participativa.
- Viabilizar o conhecimento de temas teológicos, bíblicos, doutrinais e metodológicos como base para o processo de Iniciação à vida cristã.
- Implementar a importância da Bíblia na catequese.
- Promover troca de experiências do processo catequético na Arquidiocese de Aracaju.
- Celebrar as conquistas já alcançadas no que diz respeito à catequese como processo de Iniciação à vida cristã.

PADRE ANDERSON PINA CELEBRA SEU ANIVERSÁRIO DE ORDENAÇÃO

No dia de Nossa Senhora das Dores, quinze de setembro, realizou-se a Celebração Eucarística, no seminário maior, em ação de graças pelos seis anos de ordenação sacerdotal do padre Anderson Pina dos Santos, vice-reitor do Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição. 
Além dos seminaristas maiores, estavam presentes os padres formadores e os padres amigos que o aniversariante cultivou durante a caminha sacerdotal. Concelebrando estava o padre Janison, reitor do Seminário Maior; padre José Genivaldo, Diretor Acadêmico; padre Hernani Romero, Diretor espiritual do seminário; padre Soares, este foi quem o enviou ao seminário; e, por último, padre Flávio Negromonte.
Após a celebração, ocorreu um jantar festivo, prolongando as festividades e comemorando com mais entusiasmo este dia tão especial.

SEGUEM AS FOTOS:

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

XIV SEMANA DE FILOSOFIA E IX DE TEOLOGIA DE 2011

O Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição irá realizar, nos dias 21 à 24 de novembro de 2011, a XIV Semana de Filosofia e IX de Teologia com o tema, Diocese de Aracaju: 100 anos de uma Igreja em missão." Durante toda esta semana, iremos refletir sobre temáticas filosóficas e teológicas. 
Este ano, além de focar os 100 anos da diocese de Aracaju, a semana concentrará toda a sua atenção nas contribuições filosóficas e teológica de Dom Luciano José Cabral Duarte. Os professores da Universidade Federal de Sergipe, Edimilson e Maria Bueno, farão a exposição do aspecto filosófico de Dom Luciano. O professor Edmilson com o tema: O perfil filosófico de Dom Luciano José Cabral Duarte e a professora Maria Bueno com o tema: A contribuição de Dom Luciano para a educação de Sergipe.
Ainda, ocorrerá defesas monográficas dos formandos em filosofia e apresentações culturais.
Com o passar do tempo, iremos divulgar informações fundantes sobre esse tão valioso evento de nossa instituição.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

SINGELA GRATIDÃO

O Blog do Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição chegou a marca de 28.300 visualizações em menos de 4 anos. Todas essas visualizações demonstram o interesse em conhecer o Seminário que é "O coração da Diocese" de Aracaju, por meio deste portal virtual. Esperamos sempre que vocês, internautas, possam estar conosco nesta caminhada. 
Obrigado a todos.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

APOSTOLADO DA ORAÇÃO DO SEMINÁRIO MAIOR GANHA UM NOVO ASSOCIADO E MAIS UM ZELADOR


Levantai-vos, soldados de Cristo; Eia avante! na senda da glória; Desfraldai no pendão da vitória; O imortal Coração de Jesus. Assim cantando e regozijando-se de alegria, no dia 2 de setembro, na Santa Missa votiva ao Sagrado Coração de Jesus, presidida pelo Pe. Jânison de Sá Santos, Reitor, o Apostolado da Oração do Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição recepcionou o seu mais novo associado, André Alves dos Santos, e mais um zelador, Alan de Jesus Andrade Valença. 


Após a homilia, seguindo o cerimonial para a recepção dos zeladores e zelados, aconteceu a bênção das fitas, e o presidente da celebração investiu o novo associado e o novo zelador. Em seguida, todos os membros fizeram a Ato de Consagração ao Divino Coração de Jesus. 





André Alves é aluno do primeiro ano de teologia, assim como Alan de Jesus, que também é o tesoureiro do movimento. 
Na ocasião também aconteceu a bênção da nova fita do associado Luis Gustavo de Luz. 


O Apostolado da Oração nasceu numa casa de estudos da Companhia de Jesus, em Vals, perto de Le Puy, na França, na festa de S. Francisco Xavier do ano de 1844, com o Pe. Francisco Xavier Gautrelet, SJ, com o desejo de colaborar com os que trabalham nos vários campos de apostolado para a salvação dos homens. No Brasil, o primeiro centro foi fundado no dia 30 de junho de 1867, na cidade de Recife - PE, na Igreja Santa Cruz. O Pe. Bento Schembri, SJ foi seu fundador e primeiro Diretor. Em 1º de outubro de 1871, o Pe. Bartolomeu Taddei, SJ fundou o primeiro centro do Apostolado da Oração na cidade Itu – SP. 

 Sem. André Alves 
andre.amareservir@hotmail.com

domingo, 11 de setembro de 2011

PARÓQUIA DE SÃO JOSÉ INTRODUZ SOLENEMENTE IMAGEM DE BEM-AVENTURADA DULCE DOS POBRES

No dia 3 de setembro, em solene Celebração Eucarística presidida por Dom José Palmeira Lessa, Arcebispo Metropolitano de Aracaju, e concelebrada pelo Pe. Manoel Barbosa, pároco, Pe. José Bispo, vigário paroquial, e mais sete sacerdotes, a participação de seminaristas, religiosas e do povo de Deus, a Paróquia de São José introduziu solenemente a imagem da Bem-aventurada Dulce dos Podres, o Anjo Bom da Bahia. 
Em sua homilia, Dom Lessa destacou os principais fatos da vida da religiosa que, com o seu jeito simples, procurando em tudo amar e servir, e vendo no irmão que sofre o Cristo abandonado, conseguiu fundar uma das maiores obras sociais do Brasil. O Arcebispo ainda ressaltou que a primeira casa de formação da Beata foi em Sergipe, Convento do Carmo, em São Cristóvão, e que o milagre reconhecido pelo Vaticano aconteceu na Arquidiocese de Aracaju. 
Estava presente na celebração a miraculada, Cláudia Cristiane Araújo, que conduziu a imagem da Beata até o nincho preparado para a veneração pública. 
 A Bem-aventurada Dulce dos Pobres nasceu em Salvador, no dia 26 de maio de 1914. Seu nome de batismo é Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, filha de Augusto Lopes Pontes e Dulce Maria de Souza Brito Lopes Pontes. Em 1927, manifestou, pela primeira vez, a vontade de entrar para o convento. Desde os treze anos ajudava mendigos, enfermos e desvalidos. Até que aos 18 anos seu pai aceitou a ideia de sua filha tornar-se freira. Em 1933 ingressou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição das Mães de Deus, no Convento do Carmo, São Cristóvão, em Sergipe. Em 15 de agosto de 1934, faz os votos de profissão de fé religiosa. Em homenagem à sua mãe, recebeu o nome de Irmã Dulce. Após a emissão dos votos temporários foi, enviada novamente a Salvador. Instalou-se no Convento Santo Antônio e trabalhava como enfermeira voluntária no Hospital Espanhol. Irmã Dulce abrigava as pessoas doentes em casas arrombadas; ela também transformou o galinheiro do convento num albergue para pobres. Em 1959 fundou a Associação Obras Sociais Irmã Dulce. Em 1988 foi indicada para o Prêmio Nobel da Paz. 
Faleceu em 13 de março de 1992, aos 77 anos, no Convento Santo Antônio, depois de passar 16 meses internada. 

 A sua beatificação aconteceu
 no dia 22 de maio, em Salvador. 

 Sem. André Alves
andre.amareservir@hotmail.com

"Ut unum sint" - "Que todos sejam um"

A obra de Maria ou Focolares, nome popularmente conhecido, teve início no dia 07 de dezembro de 1943, dia no qual Chiara Lubich pronunciou o seu “sim” a Deus. Durante a segunda Guerra Mundial, em Trento, sob os bombardeiros que destruíam tudo, Chiara encontra-se, juntamente com outras pessoas, em um abrigo subterrâneo e, ao abrir o Evangelho na página do testamento de Jesus, que diz: “Pai, que todos sejam um como eu e tu” (Jo 17,21), encontra uma resposta, um horizonte se abre pois, aquelas palavras pareciam iluminar a todos. O projeto de unidade passa a ser a razão de suas vidas, mudam radicalmente a maneira de viver a ponto de dizerem: “Se morrêssemos hoje, gostaríamos que em nossos túmulos fosse colocada uma única inscrição: ‘E nós acreditamos no amor’”. 
Chiara compreendeu a mensagem do Senhor e foi por todos os povos pregando o amor de Deus por nós, ela quis a unidade entre as pessoas, as gerações, as raças, os cristãos de várias as religiões. Chiara foi para nós aqui na terra aquela que acreditou que o caminho da Unidade entre os povos é o que nos leva para a civilização do amor. 
Aqui no nosso Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição, temos a presença dos Focolares, alguns seminaristas participam destas reuniões que acontecem mensalmente. Nos encontros, meditamos a Palavra de Vida, que são os escritos de Chiara sobre passagens do evangelho; partilhamos experiências, buscando sempre vivenciar o amor recíproco, em que o mandamento de Jesus “Amai-vos uns aos outros” é essencial para que tenhamos Jesus em meio. 
 Podemos dizer que este movimento possui a “Espiritualidade da Unidade”, que consiste na realização daquilo que Jesus pediu na sua oração sacerdotal: “Pai, que todos sejam um como eu e tu” (Jo17,21). 
 E para nós, que almejamos a vida sacerdotal, se faz necessário cultivar, já no seminário, relacionamentos autênticos, redescobrindo a cada dia o Amor de Deus por nós e esse Amor deve traduzir-se em doação e serviço aos irmãos. O sacerdote precisa ser aquele semeador da unidade “para que todos sejam um”, e Deus esteja sempre em nós. Peçamos a Deus e á Nossa Senhora, Mãe da unidade, que nos ensine a amar, pois no amor está a unidade que Cristo deseja, e que possamos manter a chama deste carisma acesa e que, junto do Pai, Chiara interceda por nós no caminho da unidade!

Seminarista Edivado
Segundo ano de Teologia

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

GRITO DOS EXCLUÍDOS: UMA MOBILIZAÇÃO NACIONAL PELOS DIREITOS DO POVO BRASILEIRO

Ao longo desta semana, de 1º a 7 de setembro, todas as regiões do país celebram a 17ª edição do Grito dos Excluídos, cujo lema é “Pela vida grita a terra... Por direitos todos nós”. Trata-se de um conjunto de manifestações populares carregada de simbolismo, aberta às pessoas, grupos, entidades, Igrejas e movimentos sociais comprometidos.
Três são os objetivos da mobilização nacional: denunciar o modelo político e econômico que concentra riquezas e condena milhões de pessoas à exclusão social; tornar público, nas ruas e praças, o rosto desfigurado dos grupos excluídos, vítimas do desemprego, da miséria e da fome; e por último, propor caminhos alternativos ao modelo econômico neoliberal, de forma a desenvolver uma política de inclusão social.
Realizado desde 1995, o Grito dos Excluídos teve origem no então Setor Pastoral Social da CNBB, cujo presidente na época, era o bispo de Jales (SP), dom Luiz Demétrio Valentini. Para ele, os 17 anos de realização do Grito mostram sua força e modelo eficiente para propor discussões em torno dos problemas sociais do país. O bispo elenca algumas das bases que sustentam a mobilização por tantos anos.
“Sua ligação com a temática tratada pela Campanha da Fraternidade a cada ano, depois a vinculação com a CNBB, a convocação para o dia da pátria, da Independência; o resgate de valores da cidadania”, sublinhou. Tem contribuído também para o crescimento do Grito as reflexões sobre temas essenciais para a vida da democracia brasileira.
“A cada ano somos levados a refletir sobre os gritos que se levantam e que precisam ser ouvidos; somos chamados a dar respostas conscientes para a nossa pátria, como em relação às drogas e à juventude que é traiçoeiramente envolvida por ela, tendo em vista que a população brasileira corre perigo; o grito muito forte contra a corrupção política, que se estende por tanto tempo e, em relação à natureza, que precisa ser cuidada”, enumerou.
O membro da coordenação nacional do Grito dos Excluídos, Ari Alberti, destaca que o Grito tem um papel muito forte de conscientização e envolvimento da população brasileira. “É uma forma de dizer que não queremos apenas ver no dia da pátria, passivamente, o desfile de soldados e armas de guerra, mas queremos participar e exigir os nossos direitos e uma sociedade igual para todos”. Segundo Alberti, o evento tem crescido nos últimos anos e recebido adesão de muitas cidades, como exemplo o município de Jundiaí, no interior de São Paulo, que vai realizar o Grito pela primeira vez.
“O Grito dos Excluídos é hoje uma realidade nacional e acontece em todos os estados, além de receber adesão de novas cidades todos os anos. É um processo de construção coletiva que não se esgota no evento, mas há um antes, um durante e um depois com consequências para a vida das pessoas”, afirmou.
As atividades desenvolvidas na Semana da Pátria são as mais variadas: atos públicos, romarias, celebrações especiais, seminários e cursos de reflexão, blocos na rua, caminhadas, teatro, música, dança, feiras de economia solidária, acampamentos.

HISTÓRICO

O Grito dos Excluídos teve origem no então Setor Pastoral Social da CNBB. Sua primeira edição deu continuidade à reflexão da Campanha da Fraternidade de 1995, cujo tema foi “Fraternidade e Excluídos” e lema foi “Eras, tu, Senhor”.
Por outro lado, brotou da necessidade de concretizar os debates da 2ª Semana Social Brasileira, realizada nos anos de 1993 e 1994, com o tema “Brasil, alternativas e protagonistas”. Ou seja, o Grito é promovido pela Pastoral Social, mas, desde o início, conta com numerosos parceiros ligados às demais Igrejas do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), aos movimentos sociais, entidades e organizações.
O pressuposto básico do Grito é o contexto de aprofundamento do modelo neoliberal como resposta à crise generalizada a partir dos anos 70 e que se agrava nas décadas seguintes.

Fonte: CNBB

MOVIMENTO VOCACIONAL SERRA E MOVIMENTO CURSILHO DE CRISTANDADE REALIZAM ULTREYA VOCACIONAL NO SEMINÁRIO MAIOR

Coroando o mês vocacional, o Movimento de Cursilho de Cristandade e o Movimento Vocacional Serra realizaram, na noite do dia 30 de agosto, no Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição, mais uma Ultreya Vocacional.
Dirigido por Marco Sales (Marcão) do Cursilho, o evento começou com a invocação ao Espírito Santo, logo após o Pe. Jânison de Sá, Reitor do Seminário Maior, deu as boas-vindas aos presentes e fez uma breve reflexão, Papel da Família no Contexto das Vocações, ressaltando a importância da família na missão educativa da Igreja, pois essa oferece as condições favoráveis para o a descoberta vocacional (cf. PDV 41). O Pe. Anderson Pina, Vice-Reitor, fez uma reflexão sobre o texto bíblico de Lucas (Lc 5, 1-11), assegurando que um dia fomos pescados por Jesus e que a Igreja continu, desde os tempos apostólicos, lançando as redes. Ainda enfatizou que somos peixes e pescadores, pois um dia Cristo lançou as redes sobre nós e somos convidados e lançar as redes, para que outros façam a experiência com Jesus. Pe. Horácio Fraga, Reitor do Seminário Arquidiocesano Sagrado Coração de Jesus, refletiu sobre a normatização e convenção do mês de agosto como o mês vocacional, destacando a necessidade de convencionar, deixando de lado a normatização.

Os seminaristas Afonso Correia, Edgar Alves e David Ângelo falaram um pouco a respeito da experiência vocacional em suas vidas.
Magna Maria, Movimento Serra, destacou que o Movimento Vocacional Serra nasceu na década de 30 nos Estados Unidos e está presente em todos os continentes, em mais de 50 países, chegando à Arquidiocese de Aracaju há mais de 30 anos. É um movimento que, formado por pessoas que amam as vocações e os vocacionados, trabalha na animação vocacional, dando um pouco daquilo que recebe de Deus, pois o trabalho pelas vocações é uma prova de amor pela Igreja.
Finalizando o encontro, Arnaldo Filho, coordenador do Cursilho de Cristandade, afirmou que era uma grande satisfação estar no Seminário naquela noite e apresentou os membros do movimento e suas funções, além de descrever um pouco de sua experiência no movimento.
Na ocasião também foi comemorado o dia do Beato Junípero Serra, fundador do Movimento Serra, e o Dia do Membro Serra ou Dia do Serrano.

Sem. André Alves
andre.amareservir@hotmail.com