segunda-feira, 8 de abril de 2013

DOM MÁRIO RINO SIVIERI CELEBRA MISSA NO SEMINÁRIO MAIOR E INSTITUI MINSTÉRIOS

No dia 5 de abril de 2013, às 17h30, na capela do Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição, realizou-se a Missa de instituição dos ministérios de Leitor e Acólito. No dia anterior, Dom José Palmeira Lessa instituiu os ministérios de Leitor e Acólito aos seminaristas da Arquidiocese de Aracaju. Desta vez, foi a vez de sua Excelência Reverendíssima, Dom Mário Rino Sivieri, bispo da Diocese de Própria, instituir seus seminaristas. Ei-los: José Claúdio dos Santos e Pedro do Carmo dos Santos, para o ministério de Leitor e Clenisson da Silva Ferreira e Rodomarques Rodrigues para o ministério de Acólito. 
A Santa Missa foi concelebrada pelo Magnífico Reitor do Seminário Maior, padre Jânison de Sá. Também, se fizeram presentes os diáconos Eugênio dos Santos e Adan Maurício, bem como os seminaristas maiores, familiares e amigos dos seminaristas instituídos. 
 Por fim, aproveitando a ocasião, depois da Santa Celebração, Dom Mário abençoou o altar e a nova capela do 2º andar do prédio dormitório, para que os seminaristas possam ter mais próximo um local de encontro com o Jesus Eucarístico. 

FOTOS:
















Texto e fotos: Alan Valença

DOM JOSÉ PALMEIRA LESSA INSTITUI OS MINISTÉRIOS DE LEITOR E ACÓLITO NO SEMINÁRIO MAIOR

Aconteceu no dia 4 de abril de 2013, na capela do Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição, às 17h, a instituição dos ministérios de Leitor e Acólito aos seminaristas que cursam a teologia. 
A Celebração Eucarística fora presidida pelo Arcebispo Metropolitano de Aracaju, Dom José Palmeira Lessa, concelebrada pelo bispo de Palmeira dos Índios, Dom Dulcênio Fontes de Matos, pelo Magnífico Reitor do Seminário Maior, Padre Jânison de Sá Santos, pelo Magnífico Reitor do Seminário Propedêutico, padre Djavan Ribeiro e pelos sacerdotes amigos: padre Valdemir Vicente, padre Ronaldo Rodrigues, padre Luiz, padre Juarez e pelo padre Bosco. Além disso, a Santa Missa teve a presença dos Diáconos Adan Maurício e Eugênio, bem como dos seminaristas propedêuticos, dos seminaristas maiores, dos amigos e dos familiares.
Os seminaristas que receberam o ministério de Leitor foram: Alan de Jesus Andrade Valença, do 3º ano de teologia e Edivaldo Santana, do 4º ano de teologia. Já os que receberam o ministério de acólito foram todos do 4º ano de teologia: Carlos Alberto Barros, Carlos Henrique dos Santos, Everson Fontes e David Ângelo.
Por fim, encerrando o dia festivo, ocorreu um jantar solene, onde foi feita alusão aos 100 anos do Seminário Propedêutico Sagrado Coração de Jesus.

Fotos:















Texto: Alan Valença
Fotos: João Carlos

segunda-feira, 1 de abril de 2013

CONVITE PASCAL

SAUDAÇÕES QUERIDOS INTERNAUTAS.


GOSTARÍAMOS DE CONVIDAR-VOS PARA PARTICIPAR DA SOLENE CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA DE PÁSCOA E DE INSTITUIÇÃO DOS MINISTÉRIOS DE LEITOR E ACÓLITO. 
A SANTA CELEBRAÇÃO SERÁ PRESIDIDA PELA SUA EXCELÊNCIA REVERENDÍSSIMA, DOM JOSÉ PALMEIRA LESSA, CONCELEBRADA PELOS PADRES FORMADORES E SACERDOTES AMIGOS, BEM COMO AMIGOS, BENFEITORES E FAMILIARES DOS SEMINARISTAS QUE RECEBERÃO OS MINISTÉRIOS.
ACONTECERÁ NO DIA 04 DE ABRIL, DENTRO DA OITAVA DA PÁSCOA, ÀS 17H, NA CAPELA DO SEMINÁRIO MAIOR NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO.

VENHAM PARTICIPAR.

quinta-feira, 21 de março de 2013

SEMINÁRIO MAIOR PARTICIPA DA CAMINHADA PENITENCIAL DO SETOR NORTE

Estamos vivenciando um tempo muito forte na vida da Igreja. Tempo de praticarmos a oração, o jejum e a esmola. Estas três atitudes conotam o que a quaresma deve ser para todos os cristão: tempo de penitência.
Para os seminaristas do Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição não é diferente. No período da Quaresma, todo o Seminário se volta para os atos penitenciais, reforçando a estreita ligação com a entrada de Jesus Cristo no deserto para encontrar-se com o Pai e ser tentado. Uma das práticas deste tempo é a Via Sacra, que é realizada todas as sextas-feiras da quaresma, sendo de maneira alternada entre o seminário e as ruas do loteamento Pousada Verde.
Contudo, na região onde está localizado o Seminário Maior, existe a tradição da Caminha Penitencial. As paróquias das redondezas se encontram em uma Matriz paroquial e, em seguida, seguem para uma outra Matriz caminhando, cantando e rezando.
A Caminhada aconteceu no dia 20 de março, saindo às 19h30, da Igreja Matriz da paróquia Nossa Senhora Rosa Mística, do Conjunto Marcos Freire III, 1ª etapa, indo até a Igreja Matriz da paróquia São João Evangelista, no mesmo conjunto só que na 2ª etapa.
O padre Bosco Lima acolheu a todos de maneira calorosa e fraterna, guiando a Caminhada Penitencial até o seu destino. Depois, o vigário episcopal da região, padre José Bernadino, presidiu a Celebração eucarística sob a concelebração dos sacerdotes: padre Rogério, pároco da paróquia Sagrada Família, conjunto Fernando Collor; padre Flaviano, administrador paroquial da paróquia Nossa Senhora da Fátima, conjunto Marcos Freire II; padre Ricardo, administrador paroquial da paróquia Nossa Senhora do Monte Serrat, Piabeta; padre Marcos Rogério, pároco da paróquia São João Batista, conjunto João Alves. Também, se fez presente o diácono Eugênio, que está atuando nas comunidades de Nossa Senhora de Guadalupe, Coqueiral, e Nossa Senhora Mãe dos Pobres, Porto Dantas.
Por fim, é necessário ressaltar a participação ativa dos fiéis presentes, como também, a atitude de fé, de amor e de desejo de conversão expressados naquela caminhada.

VEJAMOS ALGUMAS IMAGENS:








Texto: Alan Valença
Fotos: João Carlos

SEMINARISTAS PARTICIPAM DE MISSA NA CATEDRAL EM HONRA A SÃO JOSÉ E AO PONTIFICADO DO PAPA

O dia de São José não foi marcado somente de comemorações alusivas ao padroeiro de toda Igreja Universal, mas, também, fora marcado por um fato histórico na vida desta mesma Igreja: o início do pontificado do Papa Francisco.
Como bem sabemos, no dia 13 de março deste mesmo ano, a Igreja Católica, na ação do Colégio cardinalício, elegeu o seu novo Pontífice, o Cardeal Jorge Mario Bergoglio, papa Francisco. A notícia pegou todos de surpresa, quebrando quaisquer tipos de especulações midiáticas, bem como pessoais.
Para fazer comunhão a este acontecimento, a Igreja de Aracaju realizou, no dia comemorado a São José, a Missa em Ação de Graças pelo Início do Pontificado do Papa Francisco. Ela Realizou-se na Catedral Metropolitana de Aracaju, às 16h30, contando com a presença dos padres: Melquíades, José Américo, José Bernadino, Carlos Augusto, Marcelo Conceição, os magníficos reitores do Seminário Maior e Propedêutico, padre Djavan Ribeiro e padre Jânison de Sá, como também os diáconos Adan Maurício e Eugênio Santos, sem esquecer dos seminaristas e de todo povo de Deus.
Foi uma celebração tranquila, onde sua Excelência Reverendíssima, Dom José Palmeira Lessa, evidenciou a homilia do papa Francisco em sua missa no Vaticano.

VEJAMOS AS FOTOS:










Texto: Alan Valença
Fotos: João Carlos e arquidiocesedearacaju.org

VIA SACRA NO SEMINÁRIO MAIOR NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO

Como exercício quaresmal, ocorreu mais uma vez no Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição a prática devocional da Via Sacra. Aconteceu no dia 15 de março de 2013, as 19h30, nas dependências do mesmo seminário.
Este momento penitencial contou com a presença dos seminaristas e do magnífico reitor, padre Jânison de Sá Santos, que, de modo participativo, acompanhou e meditou a última Via Sacra redigida pelo saudoso beato João Paulo II, em 2003.

 


Por fim, o momento quaresmal concluiu-se na capela do Seminário com a oração das completas, que fechou as atividades do dia.

Texto: Alan Valença
Fotos: João Carlos

terça-feira, 19 de março de 2013

HOMILIA NA ÍNTEGRA DO PAPA FRANCISCO

(Missa de Abertura do seu Pontificado) 

“Queridos irmãos e irmãs! 
Agradeço ao Senhor por poder celebrar esta Santa Missa de início do ministério petrino na solenidade de São José, esposo da Virgem Maria e patrono da Igreja universal: é uma coincidência densa de significado e é também o onomástico do meu venerado Predecessor: acompanhamo-lo com a oração, cheia de estima e gratidão. 
Saúdo, com afeto, os Irmãos Cardeais e Bispos, os sacerdotes, os diáconos, os religiosos e as religiosas e todos os fiéis leigos. Agradeço, pela sua presença, aos Representantes das outras Igrejas e Comunidades eclesiais, bem como aos representantes da comunidade judaica e de outras comunidades religiosas. Dirijo a minha cordial saudação aos Chefes de Estado e de Governo, às Delegações oficiais de tantos países do mundo e ao Corpo Diplomático. 
Ouvimos ler, no Evangelho, que “José fez como lhe ordenou o anjo do Senhor e recebeu sua esposa” (Mt 1, 24). Nestas palavras, encerra-se já a missão que Deus confia a José: ser guardião. Guardião de quem? De Maria e de Jesus, mas é uma guarda que depois se alarga à Igreja, como sublinhou o Beato João Paulo II: “São José, assim como cuidou com amor de Maria e se dedicou com empenho jubiloso à educação de Jesus Cristo, assim também guarda e protege o seu Corpo místico, a Igreja, da qual a Virgem Santíssima é figura e modelo” (Exort. ap. Redemptoris Custos, 1). 
Como realiza José esta guarda? Com discrição, com humildade, no silêncio, mas com uma presença constante e uma fidelidade total, mesmo quando não consegue entender. Desde o casamento com Maria até ao episódio de Jesus, aos doze anos, no templo de Jerusalém, acompanha com solicitude e amor cada momento. Permanece ao lado de Maria, sua esposa, tanto nos momentos serenos como nos momentos difíceis da vida, na ida a Belém para o recenseamento e nas horas ansiosas e felizes do parto; no momento dramático da fuga para o Egito e na busca preocupada do filho no templo; e depois na vida quotidiana da casa de Nazaré, na carpintaria onde ensinou o ofício a Jesus. 
Como vive José a sua vocação de guardião de Maria, de Jesus, da Igreja? Numa constante atenção a Deus, aberto aos seus sinais, disponível mais ao projeto d'Ele que ao seu. E isto mesmo é o que Deus pede a David, como ouvimos na primeira Leitura: Deus não deseja uma casa construída pelo homem, mas quer a fidelidade à sua Palavra, ao seu desígnio; e é o próprio Deus que constrói a casa, mas de pedras vivas marcadas pelo seu Espírito. E José é “guardião”, porque sabe ouvir a Deus, deixa-se guiar pela sua vontade e, por isso mesmo, se mostra ainda mais sensível com as pessoas que lhe estão confiadas, sabe ler com realismo os acontecimentos, está atento àquilo que o rodeia, e toma as decisões mais sensatas. Nele, queridos amigos, vemos como se responde à vocação de Deus: com disponibilidade e prontidão; mas vemos também qual é o centro da vocação cristã: Cristo. Guardemos Cristo na nossa vida, para guardar os outros, para guardar a criação! 
Entretanto, a vocação de guardião não diz respeito apenas a nós, cristãos, mas tem uma dimensão antecedente, que é simplesmente humana e diz respeito a todos: é a de guardar a criação inteira, a beleza da criação, como se diz no livro de Gênesis e nos mostrou São Francisco de Assis: é ter respeito por toda a criatura de Deus e pelo ambiente onde vivemos. É guardar as pessoas, cuidar carinhosamente de todas elas e cada uma, especialmente das crianças, dos idosos, daqueles que são mais frágeis e que muitas vezes estão na periferia do nosso coração. É cuidar uns dos outros na família: os esposos guardam-se reciprocamente, depois, como pais, cuidam dos filhos, e, com o passar do tempo, os próprios filhos tornam-se guardiões dos pais. É viver com sinceridade as amizades, que são um mútuo guardar-se na intimidade, no respeito e no bem. Fundamentalmente tudo está confiado à guarda do homem, e é uma responsabilidade que nos diz respeito a todos. Sede guardiões dos dons de Deus! 
E quando o homem falha nesta responsabilidade, quando não cuidamos da criação e dos irmãos, então encontra lugar a destruição e o coração fica ressequido. Infelizmente, em cada época da história, existem “Herodes” que tramam desígnios de morte, destroem e deturpam o rosto do homem e da mulher. 
Queria pedir, por favor, a quantos ocupam cargos de responsabilidade em âmbito econômico, político ou social, a todos os homens e mulheres de boa vontade: sejamos “guardiães” da criação, do desígnio de Deus inscrito na natureza, guardiões do outro, do ambiente; não deixemos que sinais de destruição e morte acompanhem o caminho deste nosso mundo! Mas, para “guardar”, devemos também cuidar de nós mesmos. Lembremo-nos de que o ódio, a inveja, o orgulho sujam a vida; então guardar quer dizer vigiar sobre os nossos sentimentos, o nosso coração, porque é dele que saem as boas intenções e as más: aquelas que edificam e as que destroem. Não devemos ter medo de bondade, ou mesmo de ternura. 
A propósito, deixai-me acrescentar mais uma observação: cuidar, guardar requer bondade, requer ser praticado com ternura. Nos Evangelhos, São José aparece como um homem forte, corajoso, trabalhador, mas, no seu íntimo, sobressai uma grande ternura, que não é a virtude dos fracos, antes pelo contrário denota fortaleza de ânimo e capacidade de solicitude, de compaixão, de verdadeira abertura ao outro, de amor. Não devemos ter medo da bondade, da ternura! 
Hoje, juntamente com a festa de São José, celebramos o início do ministério do novo Bispo de Roma, Sucessor de Pedro, que inclui também um poder. É certo que Jesus Cristo deu um poder a Pedro, mas de que poder se trata? À tríplice pergunta de Jesus a Pedro sobre o amor, segue-se o tríplice convite: apascenta os meus cordeiros, apascenta as minhas ovelhas. Não esqueçamos jamais que o verdadeiro poder é o serviço, e que o próprio Papa, para exercer o poder, deve entrar sempre mais naquele serviço que tem o seu vértice luminoso na Cruz; deve olhar para o serviço humilde, concreto, rico de fé, de São José e, como ele, abrir os braços para guardar todo o Povo de Deus e acolher, com afeto e ternura, a humanidade inteira, especialmente os mais pobres, os mais fracos, os mais pequeninos, aqueles que Mateus descreve no Juízo final sobre a caridade: quem tem fome, sede, é estrangeiro, está nu, doente, na prisão (cf. Mt 25, 31-46). Apenas aqueles que servem com amor capaz de proteger. 
Na segunda Leitura, São Paulo fala de Abraão, que acreditou «com uma esperança, para além do que se podia esperar» (Rm 4, 18). Com uma esperança, para além do que se podia esperar! Também hoje, perante tantos pedaços de céu cinzento, há necessidade de ver a luz da esperança e de darmos nós mesmos esperança. Guardar a criação, cada homem e cada mulher, com um olhar de ternura e amor, é abrir o horizonte da esperança, é abrir um rasgo de luz no meio de tantas nuvens, é levar o calor da esperança! E, para o crente, para nós cristãos, como Abraão, como São José, a esperança que levamos tem o horizonte de Deus que nos foi aberto em Cristo, está fundada sobre a rocha que é Deus. 
Guardar Jesus com Maria, guardar a criação inteira, guardar toda a pessoa, especialmente a mais pobre, guardarmo-nos a nós mesmos: eis um serviço que o Bispo de Roma está chamado a cumprir, mas para o qual todos nós estamos chamados, fazendo resplandecer a estrela da esperança: Guardemos com amor aquilo que Deus nos deu! 
Peço a intercessão da Virgem Maria, de São José, de São Pedro e São Paulo, de São Francisco, para que o Espírito Santo acompanhe o meu ministério, e, a todos vós, digo: rezai por mim! 
Amém.”

  1. Fonte: g1.com

OS RITOS: CANTO, PÁLIO, ANEL, ORAÇÃO E PROMESSA

Cidade do Vaticano (RV) – Antes do início da Missa de início de seu Pontificado, o Papa Francisco desceu ao túmulo de São Pedro, embaixo do altar da Confissão, na Basílica de São Pedro. Depois de se deter alguns minutos em oração, incensou o Trophaeum apostólico e se juntou à procissão de cardeais concelebrantes. À frente, estavam os diáconos levando o Pálio pastoral, o Anel do Pescador e o Evangelho. Quando a procissão chegou ao átrio da Basílica, ecoou o canto das 'Laudes regiae', que também faz parte da série de ritos específicos do início de um pontificado. 
Já fora da Basílica, no altar da Praça São Pedro, o cardeal-protodiácono, Jean-Louis Tauran, impôs o Pálio (estola decorada com as cruzes do martírio); o cardeal protopresbítero Godfried Danneels, fez uma oração, e o cardeal decano Angelo Sodano entregou ao Pontífice o Anel do Pescador. Neste momento, seis cardeais, em nome de todo o Colégio Cardinalício, prestaram obediência ao Papa. 
Todos os cardeais, patriarcas e arcebispos maiores das Igrejas orientais católicas; o secretário do Conclave, Dom Lorenzo Baldisseri, e os padres Fr. Jose' Rodriguez Carballo e Alfonso Nicolas SJ, respectivamente presidente e vice-presidente da União dos Superiores Gerais, concelebraram com Francisco a sua primeira Missa como Papa.

Fonte: news.org

sábado, 16 de março de 2013

PROJETO AMIGOS DO SEMINÁRIO (VENHA SER O NOSSO AMIGO E BENFEITOR)

SEJA AMIGO DO SEMINÁRIO! 

Central de atendimento ao benfeitor: Tel.: (79) 3217-4320 (secretária) para informações. 
Também: (79) 3245-2325.
Retirada dos carnês nos Vicariatos, Catedral Metropolitana e nos Seminários Maior e Propedêutico. 


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quinta-feira, 14 de março de 2013

PRIMEIRA HOMILIA DO PAPA FRANCISCO


Nessas três leituras, vejo que há algo em comum: o movimento. Na primeira leitura, o movimento no caminho; na segunda leitura, o movimento na edificação da Igreja; na terceira, o Evangelho, o movimento na confissão. Caminhar, edificar, confessar. 

Caminhar. “Casa de Jacó, vinde, caminhemos à luz do Senhor” (Is 2,5). Esta é a primeira coisa que Deus disse a Abraão: caminhe na minha presença e seja irrepreensível. Caminhar: a nossa vida é um caminho e quando paramos, as coisas não correm bem. Caminhar sempre, na presença do Senhor, à luz do Senhor, tentando viver a irrepreensibilidade que Deus pedia a Abraão, em sua promessa. 

Edificar. Edificação da Igreja. Fala-se de pedras: as pedras têm consistência, pedras vivas, pedras ungidas pelo Espírito Santo. Edificar a Igreja, Esposa de Cristo, sobre a pedra angular que é o próprio Senhor. Aqui está outro movimento da nossa vida: edificar. 

Terceiro, confessar. Podemos caminhar o quanto quisermos, podemos edificar muitas coisas, mas se não confessamos Jesus Cristo, as coisas não correm bem. Nos tornaremos uma ONG piedosa, mas não a Igreja, Esposa do Senhor. Quando não caminhamos, paramos. Quando não edificamos sobre a pedra, o que acontece? Acontece o que acontece com as crianças quando elas constroem castelos de areia na praia, tudo desaba, não tem consistência. Quando não confessamos Jesus Cristo, me vem em mente as palavras de Léon Bloy: "Quem não prega o Senhor, prega o diabo". Quando não se confessa Jesus Cristo, se confessa a mundanidade do diabo. 

Caminhar, edificar-construir, confessar. Mas não é tão fácil, porque no caminhar, no construir, no confessar, às vezes acontecem terremotos, acontecem movimentos que não são os movimentos próprios do caminho: são movimentos que nos puxam para trás. 

O Evangelho prossegue com uma situação especial. O próprio Pedro que confessou Jesus Cristo, diz: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. Eu o sigo, mas não falemos de Cruz. Isso não tem nada a ver. Eu te seguirei com outras possibilidades, sem a Cruz. Quando caminhamos sem a Cruz, quando edificamos sem a Cruz e quando confessamos um Cristo sem Cruz, não somos discípulos do Senhor: somos mundanos, somos Bispos, Padres, Cardeais, Papas, mas não discípulos do Senhor. 

Eu gostaria que todos, após esses dias de Graça, tenhamos a coragem, exatamente a coragem de caminhar na presença do Senhor, com a Cruz do Senhor; de construir a Igreja no sangue do Senhor, que foi derramado na Cruz; e de confessar a única glória: Cristo Crucificado.

Texto extraído e traduzido por: Zenit.org