quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Bênção URBI et ORBI 2008

Feliz Natal para todos, e que a Luz de Cristo Salvador ilumine os vossos corações de paz e de esperança!
Pp. Bento XVI.

sábado, 25 de outubro de 2008

Padre Fábio de Melo visita o Seminário Maior N. Sra. da Conceição


O Pe. Fábio de Melo, na última sexta-feira, visitou o Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição para fazer a doação de parte da arrecadação do Show "Vida".
Foram cerca de 2 horas de permanência nas instalações do Seminário, onde encontrou-se com a imprensa, bem como com os seminaristas e formadores da Instituição Seminário Maior.


Falou da alegria de poder estar ajudando diversas entidades em todo o Brasil com o seu show, bem como de estar numa casa de formação de futuros sacerdotes.




Questionado pelos jornalistas sobre a sua carreira de cantor e sua vocação sacerdotal, ele afirmou que "tudo o que está acontecendo é a graça de Deus se manifestando, a realização do prejeto de Deus em minha vida e na vida dos que são tocados pelo meu trabalho". Ainda questionado sobre sua relação com o Pe. Marcelo Rossi, disse que respeita o trabalho dele e que tem uma boa relação com o mesmo: "somos irmãos no sacerdócio e temos trabalhado para que as pessoas tenham uma experiência pessoal com Deus, sendo assim não trabalhamos para nós mesmos mas, para que a mensagem de Jesus seja levada a todos".


Antes de deixar o complexo do Seminário Maior, cumprimentou as funcionárias da casa que se encontravam do lado de fora querendo vê-lo de perto, bem como esteve na capela onde por alguns momentos rezou diante do Tabernáculo.
O Pe. Fábio tem um programa de televisão na Canção Nova, gravou 11 cd's e possui vários livros de sua autoria.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

CARDEAL DZIWISZ REVELA NOTÍCIA INÉDITA SOBRE JOÃO PAULO II

Cidade do Vaticano, 16 out (RV) – Durante a coletiva de imprensa, ontem, no Vaticano, sobre a apresentação do filme “Testemunho”, extraído do livro: “Uma vida com Karol”, de autoria do Cardeal-arcebispo de Cracóvia, Stanislaw Dziwisz, e de Gianfranco Svidercoschi, foi comunicada uma notícia inédita.“Papa João Paulo II ficou ferido num ataque realizado por um padre armado com uma faca, durante a sua primeira visita a Fátima, em 1982”.

A revelação foi feita pelo Cardeal Dziwisz, que disse: "Posso revelar, agora, que o Papa ficou ferido. Quando voltamos para os seus aposentos, no complexo do Santuário de Fátima, havia sangue".


O Papa realizou o trajeto sem revelar que tinha sido ferido. Na peregrinação de 1982 à Cova da Iria, o padre espanhol Fernandez Krohn conseguiu aproximar-se de João Paulo II com um punhal em mãos.


O sacerdote pertencia a uma comunidade de católicos integristas, opositores às orientações liberais do Vaticano. O padre foi julgado e condenado por tentativa de homicídio pelo Tribunal de Ourém e teria sido expulso de Portugal, em 1985, depois de cumprir pena. (MT)

terça-feira, 7 de outubro de 2008

14 anos de História 07/10/1994 - 07/10/2008

Uma comissão extraordinária sob a prsidência de D. Luciano Cabral Duarte, arcebispo metropolitano de Aracaju (hoje emérito) e integrada por D. José Palmeira Lessa, bispo de Propriá (atual arcebispo metropolitano de Aracaju) e por D. Hildebrando Mendes Costa, bispo de Estância (hoje emérito), juntamente com o Côn. Raimundo Cruz e o Pe. Carlos Alberto dos Santos (atual Bispo de Teixeira de Freitas), ambos encadernados à Mitra Diocesana de Aracaju, após diversos estudos sobre a estrutura, local e formação, decidiu no dia 7 de outubro de 1994 pela fundação do seminário Maior e que este seria dedicado e confiado à Nossa Senhora da Conceição.

Click no Título desta postagem e conheça a História de nosso Seminário Maior!

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Eleições 2008

Dom Orani João Tempesta fala das Eleições 2008

No próximo dia 5 de outubro o Brasil irá às urnas para escolher os Vereadores e Prefeitos que deverão servir os municípios nos próximos 4 anos.

O Tribunal Superior Eleitoral está fazendo as campanhas educativas, recordando tanto o dever de todos em exercer a sua missão de cidadania indo às urnas para votar, como também a responsabilidade de quem vota sabendo escolher bem os seus candidatos.

Como estamos em momentos de descrédito por parte de muitos, estas duas campanhas ajudam, sem dúvida, o eleitor a saber de sua responsabilidade pelo destino de seu município e suas possíveis conseqüências.

Nos meios de comunicação os candidatos se revezam, partilhando os seus planos e projetos, caso eleitos. As caminhadas e carreatas se fazem pelas ruas juntamente com as visitas domiciliares propondo às pessoas as suas idéias e demonstrando o entusiasmo dos correligionários que os acompanham.

As eleições são um momento cívico muito importante, pois é a festa da Democracia. Para isso, procura-se fazer de tudo para que todos tenham os mesmo direitos, cuidando para que não haja abuso do poder econômico ou mesmo compra de votos por algum favor prestado ou algo doado. Essa busca tem gerado leis e orientações a todos os responsáveis, a fim de que tudo ocorra em ordem e com responsabilidade.

A Igreja Católica tem sido, no decorrer da história, protagonista dessas preocupações, seja pelas orientações que a cada ano a nossa Conferência Episcopal dirige a todos os católicos para que exerçam a sua obrigação de cidadania com liberdade e responsabilidade, além das possíveis orientações locais de cada Ordinário em sua circunscrição, adaptando, se for o caso, as orientações nacionais. Em geral, as orientações têm chamado a atenção de situações locais e demonstrado também que as candidaturas devem ser dos cristãos leigos, e que aos presbíteros cabe a orientação do povo na unidade eclesial e que eles, em geral, não deveriam ser candidatos, a não ser por uma autorização expressa do seu Bispo Diocesano. Isto porque os párocos devem ser um sinal de unidade em sua paróquia, que tem muitas facções partidárias e que, caso suceda o contrário, pode dividir ainda mais sua comunidade.

A assim chamada lei 9840 foi obra de um grande abaixo assinado capitaneado pela Igreja Católica com outras entidades da nossa sociedade, entre as quais a OAB. Agora, novamente, estamos empenhados em outro abaixo-assinado para entregar ao Congresso Nacional o pedido de uma outra lei para ajudar ainda mais com relação à pessoa dos candidatos: que não tenha processo de condenação criminal no judiciário para poder ser candidato. Conosco estão também entidades de renome nacional e que, neste caso, com as preocupações éticas, querem ajudar a nação com mais esta orientação.

No início da campanha deste ano, abrimos os comitês 9840 no Regional Norte 2 para possíveis denúncias, seja com um telefone comum, seja pelos vários comitês regionais e paroquiais espalhados pelo território da Arquidiocese, que chamamos de Território da Cidadania, pois, além dessa questão, estão também coletando assinaturas para o abaixo-assinado para a nova lei de iniciativa popular. Este trabalho conta, além das entidades parceiras, com a participação dos Procuradores de Justiça, Ministério Público, OAB, Tribunal Regional Eleitoral e outros.

A Igreja entende que ao fazer isto está ajudando a sociedade e está exercendo sua missão evangelizadora, pois crer em Cristo é comprometer-se com a Sua presença no irmão, e, com isso, ser presença de verdadeiro fermento, sal e luz (que cada cristão é chamado a ser), na sociedade contemporânea em transformação.

Porém, não nos restringimos apenas aos momentos de eleições para esse trabalho de conscientização. Existem pastorais permanentes para ajudar o católico que crê a saber que tem responsabilidades sociais para com seu irmão. (Mostre-me a sua fé através das obras). É o caso da Pastoral da Fé e Política, que faz parte do âmbito das Pastorais Sociais e que é trabalhada principalmente através do Conselho de Leigos, que assim exerce sua missão cristã. Os cristãos leigos têm essa primeira missão – de ser presença no mundo, além, é claro, das missões que exercem no interior da Igreja nos vários ministérios que assumem.

Esta pastoral tem como objetivo levar o cristão ao amadurecimento de sua fé e de sua missão na sociedade. Ela não faz política partidária, mas sim a grande “Política” de pensar no bem comum de toda uma cidade, estado e país. Na época das eleições ela procura ouvir, em locais sociais, os candidatos com suas propostas, levando o povo ao debate das idéias e das propostas dos candidatos. Dessa forma ela colabora para que existam esclarecimentos para o povo. Isso nunca é feito nos templos e nem durante as celebrações litúrgicas, mas sim em momentos especiais convocados para isso, quando cada pessoa participa se quiser.

Com relação a essas atividades, estamos colaborando para a liberdade de expressão e para que os cidadãos saibam escolher bem os seus candidatos. Não temos o costume de indicar nomes em culto, celebrações ou liturgias na Igreja, mas os cristãos leigos têm o direito de opinar em seus âmbitos e suas amizades, pois são cidadãos desse país e exercem assim sua liberdade de expressão.

Existe também uma idéia errônea por parte de alguns, que, ao celebrar a liturgia e o culto teríamos que ficar só no “âmbito da sacristia”, falando apenas do “céu” sem demonstrar que o Evangelho vem para transformar a vida da pessoa e que, como conseqüência, leva o cristão a ser presença do Cristo Ressuscitado no mundo com todas as conseqüências pessoais, familiares, comunitárias e sociais que isso implica. O divórcio entre fé e vida levou muitos a viverem um “devocionismo” desencarnado, e isso o demonstra hoje pela dificuldade das pessoas reconhecerem que todo discípulo de Jesus deveria ser também missionário, e não apenas com palavras, mas com a própria vida e testemunho.

As dificuldades são muitas e sabemos muito bem de tudo aquilo que os cristãos já sofreram pelo mundo afora, até mesmo pagando com a própria vida a sua coerência com o Evangelho. Mas não podemos nos intimidar com nenhuma ameaça e sim prosseguir adiante em nossa caminhada de, seguindo Cristo Jesus, ajudarmos, pela nossa vida, a construir um mundo de fraternidade e de paz.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Viagem do Papa à França ao vivo!


O Santuário, a gruta de Massabielle, a Basílica do Rosário e a praça das procissões, em Lourdes, terão um sistema de webcams para transmitir as imagens ao vivo pela Internet.


Como explicou Laurent Jarneau, webmaster do Santuário, a decisão de instalá-las foi tomada para atender os contínuos pedidos de pessoas que não podiam viajar a Lourdes mas que desejavam participar da peregrinação do papa.


As câmeras foram colocadas na entrada dos principais locais de peregrinação e as imagens podem ser vistas no site oficial do Santuário de Lourdes.


Desde o ano 2000, o Santuário possui câmeras de vídeo que transmitem imagens da Basílica do Rosário, da Virgem coroada e da gruta de Massabielle, mas não ao vivo.


Para assistir é só clicar no título desta postagem!

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

O "L'OSSERVATORE ROMANO" E O CONCEITO DE MORTE CEREBRAL


Um artigo publicado na edição desta quarta-feira, 3 de setembro, do jornal vaticano "L'Osservatore Romano", abriu um debate entre os cientistas italianos, a propósito dos critérios usados para estabelecer a morte de uma pessoa.


O artigo foi publicado por ocasião dos 40 anos do "Relatório de Harvard", que modificou a definição de morte, não mais baseada na parada cardiocirculatória, mas na ausência de atividade cerebral. Desde então, o órgão indicador da morte não é somente o coração, mas o cérebro.


Foi essa mudança de concepção que deu ensejo à era dos transplantes de órgãos. Em 1968, a Igreja Católica aceitou a definição, declarando-se favorável à retirada de órgãos de pacientes em estado de "morte cerebral".


Todavia, o artigo do "L'Osservatore Romano" recorda que a experiência médica, no decorrer destes anos, demonstrou que a morte cerebral não é a morte do ser humano.


"A idéia de que a pessoa deixa de existir quando o cérebro pára de funcionar considera a existência do ser humano a partir apenas do funcionamento cerebral" _ afirma o artigo.Neste caso, a "morte cerebral" entraria em contradição com o conceito de pessoa segundo a Doutrina Católica e, portanto, com as diretrizes da Igreja em relação a casos de comas profundos e prolongados.


O artigo considera a possibilidade de que este critério tenha sido definido por interesses e pela necessidade de transplantar órgãos, e não por um real avanço científico.Alguns cientistas italianos replicaram a essas afirmações, declarando que o parâmetro da morte cerebral é o único cientificamente válido. Comentando o fato, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, disse que o texto publicado pelo jornal vaticano "é um interessante artigo assinado pela renomada senhora Lucetta Scaraffia, mas não pode ser considerado como uma posição do magistério da Igreja".


Pe. Lombardi recorda que se trata de "uma contribuição para a discussão e o aprofundamento", mas somente uma contribuição, ou seja, não é uma posição da Doutrina Católica ou de qualquer organismo vaticano.O diretor da Sala de Imprensa explica ainda que se trata de um artigo, e não de um editorial do "L'Osservatore Romano", pois os editoriais podem ser atribuídos somente ao diretor do jornal, neste caso, a Gian Maria Vian.


Recordamos o discurso de João Paulo II dirigido no dia 29 de agosto do ano 2000 aos participantes de um Congresso internacional da Sociedade de Transplantes. Na ocasião, o papa Wojtyla, embora recordando que "a Igreja não faz opções científicas" diante de vários parâmetros de certificação da morte, ressaltara que, todavia, "se pode afirmar" que "a cessação total e irreversível de toda atividade encefálica" como critério de certificação da morte, "se aplicado escrupulosamente, não se apresenta em contraste com os elementos essenciais de uma correta concepção antropológica".


"Conseqüentemente _ observara João Paulo II na ocasião _, o agente de saúde que tenha a responsabilidade profissional de tal certificação, pode basear-se em tal critério para alcançar, caso por caso, aquele grau de segurança no juízo ético que a doutrina moral qualifica com o termo de 'certeza moral', certeza necessária e suficiente para poder agir de maneira eticamente correta.""


Portanto, somente na presença de tal certeza _ concluíra o papa Wojtyla _ será moralmente legítimo ativar os necessários procedimentos técnicos para se chegar à extração de órgãos para transplantar, com prévio consenso informado do doador ou de seus legítimos representantes." (BF/AF)

terça-feira, 26 de agosto de 2008

PAPA ALBINO LUCIANI: UM PONTIFICADO BREVE, INTENSO E MARCANTE

O dia 26 de agosto de 1978 era um sábado. Mas não um sábado como tantos outros, e sim um dia que entraria para a história: da Igreja e do mundo. Há exatamente 30 anos, o Sacro Colégio dos Cardeais elegia como papa _ num conclave que durou apenas 26 horas _ como sucessor de Paulo VI, o patriarca de Veneza, Cardeal Albino Luciani, que adotaria o nome de João Paulo I e teria um dos pontificados mais breves da história da Igreja: apenas 33 dias. De fato, viria a falecer no dia 28 de setembro sucessivo.

O conclave teve início às 16h30 de sexta-feira, 25 de agosto, e se concluiu 26 horas depois, com a escolha do Cardeal Luciani. Foi, depois de 1939, o conclave mais rápido do século XX. Às 19h19 de 26 de agosto, se erguiam as cortinas do balcão central da basílica vaticana, e o Cardeal Pericle Felici pronunciava a fórmula latina "habemus papam".


Dois dias antes, o Cardeal Albino Luciani escrevera à sua sobrinha, Pia: "Não sei quanto tempo durará este conclave. É difícil encontrar a pessoa apropriada para enfrentar tantos problemas que são cruzes muito pesadas. Felizmente, não corro riscos..."


Mas corria... de fato, poucas horas depois, diante dos cardeais que se inclinavam em sinal de submissão, diria: "O que vocês fizeram? Que Deus os perdoe!"


Mas a escolha não o encontrou despreparado. Estava ali, a começar pelo nome _ João Paulo I: inédito _ pronto para unir, simbolicamente, os pontificados dos dois pontífices do Concílio Vaticano II _ João XXIII e Paulo VI _ numa síntese original, nascida de uma perspectiva muito pessoal.


Essa perspectiva pessoal se confirmou logo no início do pontificado: manutenção da estrutura curial, renúncia à coroação, à tiara e à sede gestatória, assim como sua solicitação para que fossem suspensas as formalidades da audiência aos cardeais com mais de 80 anos, que não haviam participado do escrutínio, e que deveriam prestar voto de obediência ao novo pontífice.


Um pontificado iniciado com tais auspícios prometia deixar uma marca indelével na história da Igreja. Uma promessa que, todavia, não teve tempo suficiente para se concretizar. Foi brutalmente detida na noite de 28 para 29 de setembro, com o seu precoce falecimento.


Mas o breve e saudoso pontificado de João Paulo I não deixou apenas o seu sorriso franco e sincero, aberto ao mundo. Assinalou o início de uma transformação. Aqueles 33 dias bastaram para que Albino Luciani inaugurasse uma imagem de pontífice liberada de entraves e formas protocolares, a começar pelo uso simples e direito do "eu", no lugar do habitual plural majestático, e prosseguindo com seus discursos improvisados, que deram ensejo a não poucas preocupações nos âmbitos curiais.


Papa João Paulo I reafirmou continuamente e com humildade, a essencialidade da mensagem evangélica, com referências contínuas à pobreza e ao correto uso da propriedade privada.


Fonte: Rádio Vaticana

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

DIÁLOGO DO PAPA COM O CLERO EM BRESSANONE - PARTE 1


Bressanone, 09 ago (RV) - A Sala de Imprensa da Santa Sé publicou o texto integral do longo diálogo do papa com o clero, quarta-feira passada, na Catedral de Bressanone. Bento XVI respondeu a 6 perguntas. Nos dias passados, apresentamos uma síntese de 4 delas. Hoje vamos focalizar as duas últimas.


A pergunta, colocada por um sacerdote franciscano, referia-se ao discurso do papa em Regensburgo, quando então ressaltava a ligação substancial entre o Espírito divino e a razão humana. Por outro lado, continuou o franciscano, o senhor sempre ressaltou a importância da arte e da beleza, da estética. Então, ao lado do diálogo conceitual sobre Deus, não deveria ser sempre reafirmada a experiência estética da fé no âmbito da Igreja, para o anúncio e a liturgia?


O papa responde, afirmando que as duas coisas devem caminhar pari passu: a razão, a honestidade da reflexão sobre a verdade e a beleza, pois uma razão que quisesse de certo modo despojar-se da beleza, seria reduzida à metade, e prosseguiu:


“Para mim, a arte e os Santos são a maior apologia da nossa fé. Os argumentos apresentados pela razão são absolutamente importantes e irrenunciáveis, mas o dissenso pode sempre permanecer de pé. Ao invés, se olhamos para os Santos, este grande facho de luz com o qual Deus atravessou a história, vemos que aí realmente existe uma força do bem que resiste aos milênios, aí existe verdadeiramente a luz da luz. E, do mesmo modo, se contemplamos as belezas criadas pela fé, diria que estas são simplesmente a prova viva da fé. Uma bela catedral é um anúncio vivo, que nos fala; e partindo da beleza da catedral, conseguimos anunciar visualmente Deus, Cristo e todos os seus mistérios”.

Onde nasce a beleza – acrescentou o papa – nasce a verdade:

“Quando, nesta nossa época, discutimos sobre a racionalidade da fé, discutimos precisamente do fato que a razão não acaba onde acabam as descobertas experimentais, ela não acaba no positivismo; a teoria da evolução vê a verdade, mas vê somente a metade da verdade: não vê que por trás está o Espírito da criação. Nós estamos lutando pelo alargamento da razão e portanto por uma razão que seja aberta também ao belo… Penso que isto é, de certo modo, a prova da verdade do cristianismo: coração e razão se encontram, beleza e verdade se tocam. E quanto mais nós mesmos conseguimos viver na beleza da verdade, tanto mais a fé poderá voltar a ser criativa também no nosso tempo”.


Um pároco faz uma pergunta ao papa sobre a diminuição dos padres e sobre a possibilidade de confiar aos leigos algumas funções do sacerdote. Vejamos a resposta do papa:


“Na minha resposta gostaria de considerar dois aspectos fundamentais. De um lado, o caráter insubstituível do sacerdote, o significado e o modo do ministério sacerdotal hoje; do outro lado – e isto hoje se destaca mais do que antes – a multiplicidade dos carismas e o fato que todos juntos são Igreja, edificam a Igreja e por isto devemos nos empenhar por despertar os carismas, que sustentam também o sacerdote. O sacerdote sustenta os outros e os outros o sustentam, e somente neste conjunto complexo e variegado a Igreja pode crescer hoje e para o futuro”.


O papa fala das dificuldades dos sacerdotes, hoje, sobrecarregados de tantas coisas a fazer. E indica uma prioridade:


“Uma prioridade fundamental da existência sacerdotal é estar com o Senhor e ter tempo para a oração. São Carlos Borromeo dizia sempre: “Não poderás cuidar da alma dos outros, se deixas que a tua desapareça. Afinal de contas, não farás mais nada nem mesmo para os outros. Deves ter tempo também para estar com Deus”… E a partir daí, ordenar depois as prioridades: devo aprender a ver o que é realmente essencial, onde é absolutamente exigida a minha presença de sacerdote e não posso delegar ninguém. Ao mesmo tempo, devo aceitar humildemente quando, muitas coisas que teria a fazer e onde seria exigida a minha presença, não posso realizar porque reconheço os meus limites. Penso que as pessoas compreenderão essa humildade”.


Bento XVI volta a destacar o valor do celibato, sinal de que o sacerdote pertence totalmente a Deus e aos outros, e termina com uma oração diante de tantas canseiras do padre:


“Rezemos ao Senhor que nos console sempre quando pensamos que não agüentamos mais; sustentemo-nos uns aos outros e então o Senhor nos ajudará a encontrar juntos as estradas justas”.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

CARTA PARA O CLERO POR OCASIÃO DO DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELA SANTIFICAÇÃO DOS SACERDOTES


CONGREGAÇÃO PARA O CLERO
CARTA PARA O CLERO POR OCASIÃO DO DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELA SANTIFICAÇÃO DOS SACERDOTES


Reverendos e queridos irmãos no Sacerdócio
Na Festa do Santíssimo Coração de Jesus, fixamos, com incessante ternura, o olhar da nossa mente e do nosso coração em Cristo, único Salvador das nossas existências e do Mundo. Pôr-se em relação com Cristo significa pôr-se em relação com aquele Rosto que cada homem, conscientemente ou não, procura como única resposta adequada à própria insuprimível sede de felicidade.

Este Rosto, nós encontrámo-l'O e, naquele dia, naquele momento, o Seu Amor feriu de tal modo o nosso coração, que não pudemos deixar de pedir incessantemente para estar na Sua Presença. "Pela manhã, Senhor, ouvis a minha voz, mal nasce o dia exponho o meu pedido e aguardo ansiosamente" (Salmo5).

A Sagrada Liturgia conduz-nos de novo e ainda a contemplar o Mistério da Encarnação do Verbo, origem e realidade íntima desta companhia que é a Igreja: o Deus de Abraão, de Isaac e de Jacob revela-Se em Jesus Cristo. "Ninguém teria podido ver a Sua Glória, se primeiro não tivesse sido curado da humildade da carne. Foste cegado pelo pó, e com o pó foste curado: a carne tinha-te cegado, a carne cura-te" (Santo Agostinho, Comentário ao Evangelho de João, Homilia 2, 16).

Só olhando de novo para a perfeita e fascinante humanidade de Jesus Cristo, Vivo e actuante agora, que a nós Se revelou e que agora se inclina ainda sobre cada um de nós com aquele amor de total predilecção que lhe é próprio, é possível deixar que Ele ilumine e preencha o abismo de necessidade que é a nossa humanidade, na certeza da Esperança encontrada, na certeza da Misericórdia que abraça os nossos limites, ensinando-nos a perdoar tudo o que de nós próprios não nos conseguíamos sequer aperceber. "O abismo chama outro abismo no fragor das vossas cataratas" (Salmo 41).

Gostaria, por ocasião do habitual Dia de Oração pela Santificação dos Sacerdotes, que se celebra na Festa do Santíssimo Coração de Jesus, recordar a prioridade da oração em relação à acção, porque dela depende a incisividade da acção. Da relação pessoal de cada um com o Senhor Jesus depende em grande medida a missão da Igreja. Portanto, a missão deve ser alimentada pela oração: "Chegou o momento de reafirmar a importância da oração perante o activismo e a secularização dominante" (Bento XVI, Deus caritas est, 37). Não nos cansemos de haurir da Sua Misericórdia, de O deixar ver e curar as nossas chagas dolorosas do nosso pecado para ficarmos estupefactos diante do milagre, sempre novo, da nossa humanidade redimida.

Caríssimos irmãos, sejamos peritos da Misericórdia de Deus em nós e, só assim, seus instrumentos ao abraçar, de modo sempre novo, a humanidade ferida. "Cristo não nos salva da nossa humanidade, mas através dela; não nos salva do mundo mas veio ao mundo para que o mundo seja salvo por Ele (cf. Jo 3, 17)" (Bento XVI, Mensagem Urbi et Orbi, 25 de Dezembro de 2006). Por fim, somos presbíteros pelo Acto mais nobre da Misericórdia de Deus e ao mesmo tempo da Sua predilecção, o Sacramento da Ordem.

Em segundo lugar, na insuprimível e ardente sede d'Ele, a dimensão mais autêntica do nosso Sacerdócio é a súplica, a oração simples e contínua, que se aprende na oração silenciosa; ela caracterizou sempre a vida dos Santos e deve ser pedida incessantemente. Esta consciência da relação com Ele é quotidianamente submetida à purificação da prova. Todos os dias, de novo, nos apercebemos que este drama não é poupado nem sequer a nós, Ministros que agem in Persona Christi Capitis: não podemos viver um só momento na Sua presença, sem o doce anseio por reconhecê-l'O, conhecê-l'O e aderir de novo a Ele. Não cedamos à tentação de olhar para o nosso ser Sacerdotes como para um inevitável e indelegável peso, já assumido, o qual se pode cumprir "mecanicamente", até com um programa pastoral organizado e coerente. O Sacerdócio é a vocação, o caminho, o modo através do qual Cristo nos salva, com o qual nos chamou, e nos chama agora, a viver com Ele.

A única medida adequada, face à nossa Santa Vocação, é a radicalidade. Esta total dedicação, na consciência da nossa infidelidade, só pode realizar-se como uma renovada e orante decisão que, depois, Cristo realiza dia após dia. O próprio dom do celibato sacerdotal deve ser acolhido e vivido nesta dimensão de radicalidade e de total configuração com Cristo. Qualquer outra posição em relação à realidade da relação com Ele corre o perigo de se tornar ideológica.

Também a quantidade, por vezes extraordinariamente grande, de trabalho que as condições contemporâneas de ministério exigem que enfrentemos, longe de nos desencorajar, deve estimular-nos a cuidar, com atenção ainda maior, a nossa identidade sacerdotal, a qual tem uma raiz irredutivelmente divina. Neste sentido, numa lógica oposta à do mundo, precisamente as particulares condições do ministério, devem estimular-nos a "elevar a qualidade" da nossa vida espiritual, testemunhando com mais convicção e eficácia, a nossa pertença exclusiva ao Senhor.
Para a total dedicação somos educados por Quem nos amou primeiro. "Fiz-me encontrar por quem não Me procurava. Disse: "Eis-me" a quem não pronunciava o Meu Nome". O lugar da totalidade por excelência é a Eucaristia, porque: "na Eucaristia Jesus não "dá algo" mas dá-se a Si mesmo; Ele oferece o Seu Corpo e derrama o Seu Sangue. Desta forma doa a totalidade da Própria existência, revelando a fonte originária deste amor" (Sacramentum caritatis, 7).

Sejamos fiéis, irmãos caríssimos, à Celebração quotidiana da Santíssima Eucaristia, não só para cumprir uma tarefa pastoral ou uma exigência da comunidade que nos está confiada, mas pela necessidade pessoal absoluta que dela sentimos, como de respirar, como da luz para a nossa vida, como a única razão adequada para uma existência presbiteral completa.

O Santo Padre, na exortação apostólica pós-sinodal Sacramentum caritatis, repropõe-nos com vigor a afirmação de Santo Agostinho: "Ninguém come desta Carne sem primeiro adorá-l'A; pecaríamos se não a adorássemos" (Santo Agostinho, Enarrationes in Psalmos 98, 9). Não podemos viver, não podemos olhar para a verdade de nós próprios, sem deixarmos que Cristo olhe para nós e nos gere na Adoração Eucarística quotidiana, e o "Stabat" de Maria, "Mulher Eucarística", sob a Cruz de Seu Filho, é o exemplo mais significativo que nos é dado da contemplação e da adoração do Sacrifício divino.

Assim como a missionariedade é intrínseca à própria natureza da Igreja, também a nossa missão é ínsita na identidade sacerdotal, e portanto a urgência missionária é uma questão de consciência de nós próprios. A nossa identidade sacerdotal é edificada e renovada dia após dia no "tempo transcorrido" com nosso Senhor. A relação com Ele, continuamente alimentada na oração perpétua, tem como consequência imediata a necessidade de tornar partícipes dela quantos nos circundam. De facto, a santidade que pedimos quotidianamente, não pode ser concebida segundo uma estéril e abstracta acepção individualista, mas é, necessariamente, a santidade de Cristo, a qual é contagiosa para todos: "O estar em comunhão com Jesus Cristo compromete-nos no Seu "ser para todos", faz o nosso modo de ser" (Bento XVI, Spe salvi, 28).

Este "ser para todos" de Cristo realiza-se, para nós, nos Tria Munera dos quais somos revestidos pela própria natureza do Sacerdócio. Eles constituem a integridade do nosso Ministério, não são o lugar da alienação ou, pior ainda, de uma mera adaptação funcionalista da nossa pessoa, mas a expressão mais verdadeira do nosso ser de Cristo; são o lugar da relação com Ele. Para que o Povo que nos está confiado seja por nós educado, santificado e governado, não significa uma realidade que nos distrai da "nossa vida" mas é o rosto de Cristo que quotidianamente contemplamos, como para o esposo o rosto da sua amada, como para Cristo a Igreja Sua Esposa. O Povo que nos está confiado é o caminho imprescindível para a nossa santidade, isto é, o caminho no qual Cristo manifesta a Glória do Pai através de nós.

"Se a quem escandaliza um só e o mais pequenino convém que lhe seja atada ao pescoço uma pedra de moinho e seja lançado no mar [...] então aos que condenam [...] um povo inteiro o que devem sofrer e que castigo devem receber?" (São João Crisóstomo, De Sacerdotio VI, 1498). Face à consciência de tão grave tarefa e a uma responsabilidade tão grande para a nossa vida e salvação, na qual a fidelidade a Cristo coincide com a "obediência" às exigências ditadas pela redenção daquelas almas, não se deve minimamente duvidar da graça recebida. Podemos unicamente pedir para cedermos o mais possível ao Seu Amor, a fim de que Ele aja através de nós, porque deixamos que Cristo salve o mundo agindo em nós, ou então corremos o risco de atraiçoar a própria natureza da nossa vocação. A medida da dedicação, queridos irmãos, é de novo e ainda a totalidade. "Cinco pães e dois peixes" não são muito, é verdade, mas é tudo! A Graça de Deus faz de toda a nossa insuficiência, a Comunhão que sacia o Povo de Deus. Desta "total dedicação" participam especialmente os sacerdotes idosos ou doentes que, quotidianamente, exercem o ministério divino, unindo-se à paixão de Cristo e oferecendo a própria existência presbiteral, para o verdadeiro bem da Igreja e para a salvação das almas.

Por fim, fundamento imprescindível de toda a vida sacerdotal permanece a Santa Mãe de Deus. A relação com ela não pode limitar-se a uma prática devocional piedosa mas deve ser alimentada pela entrega contínua, nos braços da sempre Virgem, de toda a nossa vida, do nosso ministério na sua totalidade. Maria Santíssima reconduz-nos de novo também a nós, como a João, aos pés da Cruz do Seu Filho e nosso Senhor, para contemplar, com ela, o Amor infinito de Deus: "Veio ao mundo a nossa Vida, a Vida verdadeira; assumiu a nossa morte para a vencer com a superabundância da Sua Vida" (Santo Agostinho, Confessiones X, 12).

Deus Pai escolheu, como condição para a nossa redenção, para o cumprimento da nossa humanidade, para o Acontecimento da Encarnação do Filho, aguardar o "Fiat" de uma Virgem perante o anúncio do anjo. Cristo decidiu confiar, por assim dizer, a própria Vida à liberdade amorosa da Mãe: "Com o conceber Cristo, gerá-lo, alimentá-lo, apresentá-lo ao Pai no templo, sofrer com o seu Filho morto na Cruz, ela cooperou de modo totalmente especial para a obra do Salvador, com a obediência, a fé, a esperança e a caridade fervorosa, a fim de restabelecer a vida sobrenatural das almas. Por isso foi para nós a mãe na ordem da graça" (Lumen gentium, 61).

O Papa São Pio X afirmava: "Cada vocação sacerdotal vem do coração de Deus, mas passa através do coração de uma mãe". Isto é verdadeiro em relação à evidente maternidade biológica mas também em relação ao "parto" de cada fidelidade à Vocação de Cristo. Não podemos prescindir de uma maternidade espiritual para a nossa vida sacerdotal: recomendemo-nos confiantes à oração de toda a Santa Mãe Igreja, à maternidade do Povo, do qual somos os pastores, mas ao qual está também confiada a nossa guarda e santidade; peçamos este apoio fundamental.

Queridos irmãos, apresenta-se a urgência de "um movimento de oração que ponha no centro a Adoração Eucarística contínua, no espaço das vinte e quatro horas, de forma que de todas as partes da terra se eleve sempre a Deus, uma oração de adoração, de agradecimento, de louvor, de pedido e reparação, com a finalidade principal de suscitar um número suficiente de santas vocações para o estado sacerdotal e, ao mesmo tempo, de acompanhar espiritualmente no nível do Corpo Místico com uma espécie de maternidade espiritual quantos já foram chamados ao sacerdócio ministerial e estão ontologicamente conformados com o único Sumo e Eterno Sacerdote, para que sirvam cada vez melhor a Ele e aos irmãos, como aqueles que, ao mesmo tempo, estão "na" Igreja mas, também "diante" da Igreja (cf. João Paulo II, Pastores dabo vobis, 16) fazendo as vezes de Cristo e, representando-o, como cabeça, pastor e esposo da Igreja" (cf. Carta da Congregação para o Clero, 8 de Dezembro de 2007).

Delineia-se, por fim, uma ulterior forma de maternidade espiritual, que acompanhou sempre silenciosamente, na história da Igreja, a eleita plêiade sacerdotal: trata-se da entrega concreta do nosso ministério a um rosto determinado, a uma alma consagrada, que seja chamada por Cristo e, portanto, escolha oferecer-se a si mesma, os sofrimentos necessários e as fadigas inevitáveis da vida, para interceder a favor da nossa existência sacerdotal, vivendo deste modo na doce presença de Cristo.

Tal maternidade, na qual se encarna o rosto amoroso de Maria, deve ser pedida na oração, porque só Deus a pode suscitar e apoiar. Não faltam exemplos admiráveis neste sentido; pensemos nas lágrimas benéficas de Santa Mónica pelo filho Agostinho, pelo qual chorou "mais do que choram as mães pela morte física dos filhos" (Santo Agostinho, Confessiones III, 11). Outro exemplo fascinante é o de Eliza Vaughan, a qual deu à luz e confiou ao Senhor treze filhos; dos oito filhos todos foram sacerdotes, e das cinco filhas, quatro foram religiosas. Dado que não é possível ser verdadeiramente mendigo diante de Cristo, maravilhosamente escondido no Mistério Eucarístico, sem saber pedir concretamente a ajuda efectiva e a oração que Ele coloca ao nosso lado, não tenhamos receio de nos confiarmos à maternidade que, certamente, o Espírito suscita para nós.

Santa Teresa do Menino Jesus, consciente da necessidade extrema de oração por todos os sacerdotes, sobretudo pelos tíbios, escreve numa carta dirigida à irmã Celina: "Vivamos para as almas, sejamos apóstolas, salvemos sobretudo as almas dos sacerdotes [...]. Rezemos, soframos por eles e, no último dia, Jesus será grato" (Santa Teresa de Lisieux, Carta 94).

Confiemos à intercessão da Virgem Santa Rainha dos Apóstolos, Mãe dulcíssima, olhando com Ela para Cristo, na contínua tensão para sermos total, radicalmente Seus; esta é a nossa identidade!
Recordemos as palavras do Santo Cura d'Ars, Padroeiro dos Párocos: "Se eu já tivesse um pé no Céu e se me viessem dizer para voltar para a terra para trabalhar pela conversão dos pecadores, voltaria de bom grado. E se para isto fosse necessário permanecer na terra até ao fim do mundo, levantando-me sempre à meia-noite, e sofresse como sofro, estaria disposto a fazê-lo de coração" (Frère Athanase, Procès de l'Ordinaire, p. 993).

O Senhor guie e proteja todos e cada um, de modo especial os doentes e os que mais sofrem, na oferenda constante da nossa vida por amor.

Card. CLÁUDIO HUMMES


Prefeito

MAURO PIACENZA


Secretário Arcebispo titular de Vittoriana

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Tantum ergo Sacramentum





Tantum ergo Sacramentum Veneremur cernui Et antiquum documentum novo cedat ritui Praestet fides supplementum Sensum defectui.


Genitori, Genitoque Laus et jubilatio Salus, honor, virtus quoque Sit et benedictio Procedenti ab utroque Compar sit laudatio. A-men

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Click no título e conheça a História do Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição.... boa viagem!!!!

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O departamento de Teologia foi atualizado sendo postado: DOM SGRECCIA DEFINE COMO "MENTIRA MIDIÁTICA" PESQUISAS SOBRE CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS... click no título e leia na íntegra!!!

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Atualizado

O Departamento de Teologia foi atualizado, visite... é só clicar no título desta atualização!!!!!

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No departamento de Teologia temos postado um texto sobre a Música no Tempo Litúrgico, clik no título dessa postagem e confira!!!

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Todos os dias você pode ler o Eavangelho do dia no nosso link Espiritualidade, Clik no título dessa postagem e confira!!!

domingo, 11 de maio de 2008

Pentecostes...

Vem , ó Santo Espírito / manda do céu a todos nós, um raio da tua luz, um raio de luz!

Vem , ó Pai dos pobres / vem doador de tantos dons / luz de cada coração , dos corações.

Consolador perfeito / hóspede doce da alma / Suave alegria, suave alegria.

Na fadiga, repouso / no calor, restauro / Em todo pranto, conforto, em todo pranto, conforto.

Luz beatíssima/ invade os nossos corações / Sem a tua força nada / nada existe no homem.

Lava o que é impuro / aquece o que é frio / Eleva o decaído, eleva o decaído.

Doa a todos os teus fiéis / que confiam sempre em Ti / Os teus santos dons, os teus santos dons.

Doa virtude e prêmio / doa morte santa/ Doa alegria eterna.